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Boticário lança linha para cabelos danificados

Match SOS Cauterização promete resultados desde a primeira aplicação

O Boticário acaba de lançar a linha Match SOS Cauterização. Desenvolvida especialmente para os cabelos danificados por química, seja procedimento de alisamento, descoloração, tintura, escova progressiva e/ ou permanente, a linha tem o poder de reparar os danos com um tratamento intensivo de cauterização desde a primeira aplicação.

Com uma fórmula que promete recuperar 15 anos de danos em 1 mês com o uso contínuo e combinado entre seus produtos, Match SOS Cauterização conta com shampoo, condicionador, máscara, sérum, e o queridinho concentrado de queratina, que contém ativos que penetram as 10 camadas da cutícula do fio, recuperando até os cabelos que sofreram corte químico. A máscara ainda recupera a densidade perdida reforçando a estrutura interna dos fios danificados. A recomendação é que shampoo, condicionador e sérum sejam utilizados todos os dias, e a máscara ou o concentrado sejam aplicados após o uso do shampoo, de duas a três vezes por semana,

A entrega de tratamento não afeta o efeito de outros procedimentos, como escova progressiva e redução de intensidade da cor dos cabelos tingidos. Tudo isso é possível graças à tecnologia inovadora da Queratina Biomimética, um ativo de origem vegetal que imita a queratina natural dos fios e penetra profundamente na fibra, regenerando de dentro para fora. Quando absorvida, ela repõe a carga de nutrientes necessária para fechar as cutículas dos fios que foram abertas durante a química. Tudo isso sem pesar!

“Em busca de um cabelo perfeito, os procedimentos químicos, como tingimento, descoloração, alisamento e permanente são práticas comuns entre as brasileiras. Sabemos que não tem problema nenhum em mudar o visual, Match SOS Cauterização chega para trazer tranquilidade em quem é viciado em mudanças capilares. Você muda e Match repara!”, explica Ricardo dos Anjos, expert de Match.

Os produtos da linha estão disponíveis em todas as lojas do Boticário e e-commerce do site do Boticário. Também é possível acessar o aplicativo, disponível para plataformas Android e iOS. Os pedidos ainda podem ser feitos pelo WhatsApp, pelo número 0800 744 0010, válido para todo o Brasil, ou na plataforma do aplicativo. Além da opção de contatar uma revendedora da marca, por meio do site.

Turistas de Fernando de Noronha terão pulseiras para pagamentos

Adereço funcionará off-line para compras e serviços

Os turistas e moradores da ilha de Fernando de Noronha terão um sistema inovador de pagamento de compras e serviços. É uma pulseira de borracha à prova d’água, que funcionará offline, onde é possível colocar crédito para fazer pagamentos em locais cadastrados. A iniciativa, do site Sou Noronha (www.sounoronha.com), em parceria com a Administração da ilha, a plataforma digital Meep e o PagSeguro, vai funcionar a partir da segunda quinzena de agosto.
“O projeto do Sou Noronha visa facilitar a vida do turista, do empresário e do morador da ilha. Vai ser algo muito bom para todos. Do pequeno ao grande comerciante. O início do projeto foi o pagamento da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) através do site Sou Noronha. Hoje 90% dos turistas pagam a taxa dessa forma. Isso foi o responsável por reduzir filas no aeroporto, agilizando a entrada dos visitantes. E agora o pagamento dos serviços dentro da ilha será também facilitado com essas pulseiras, sem a necessidade do turista estar circulando com dinheiro, cartões etc. Os moradores também vão ter essa mesma facilidade nas compras”, diz Giovanna Rodrigues, superintendente de Turismo.

Yuri Fernandes, do site Sou Noronha, falou um pouco sobre a inovação que vem resolver um problema recorrente em Noronha, que é a qualidade da internet.  “Muitos locais não aceitam cartões por causa da falta de sinal. É algo que gera um desconforto muito grande. Esse tipo de pagamento vai fazer com que todos estejam inclusos no novo sistema, recebendo e se beneficiando do projeto”

Todos os turistas que desembarcarem em Fernando de Noronha vão receber a pulseira e poderão inserir seus créditos através de cartão ou pix no site Sou Noronha, no aplicativo Meep e em pontos físicos espalhados pela ilha. A recarga também poderá ser feita em dinheiro com os taxistas e comerciantes que têm a máquina. A pulseira não necessita de internet para ser utilizada para pagamentos, apenas na hora de recarregar. No final da viagem o visitante devolve a pulseira.
As pulseiras serão divididas por cores. As cinzas, por exemplo, serão para os moradores da ilha.

Hotel Globo é cenário para gravação de filme sobre Anayde Beiriz

Projeto é financiado pela Lei Aldir Blanc

Com suas belezas naturais e seus prédios históricos, João Pessoa tem sido escolhida como cenário para gravações de produções artísticas. O Hotel Globo, localizado no Centro Histórico, é um dos equipamentos da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) bastante procurado como ambiente cinematográfico. Recentemente, recebeu a equipe de produção e elenco do filme Anayde Beiriz.
 
“Essas experiências cinematográficas, com as gravações no Hotel Globo, provam, de algum modo, a vocação histórica que nós temos, tanto do ponto de vista da realização do audiovisual, como de João Pessoa como ambiente cenográfico. Isso é muito importante, porque marca e traz uma simbólica forte para os nossos equipamentos culturais”, declarou o diretor-presidente da Funjope, Marcus Alves.
 
“Esse filme fala sobre Anayde Beiriz, personagem histórica da Paraíba. A pandemia não nos permite andar tanto pelas ruas e procuramos uma locação que fosse mais vistosa, que mostrasse um pouco de João Pessoa, de sua arquitetura, e o eleito foi o Hotel Globo”, declarou Tais Pascoal, da Electric Prism – @electricprisms, produtora executiva do projeto financiado pela Lei Aldir Blanc estadual.
 
No Hotel Globo foram gravadas várias cenas. “Esse equipamento é mais do que uma referência, não só externamente, com sua estrutura que não pode ser modificada, mas internamente, carregando muito do cenário de época. As imagens estão incríveis”, acrescentou.
Texto: Lucilene Meireles

Ilha da Madeira vai receber turistas vacinados com todos os imunizantes

Madeira sai na frente em passo importante para o turismo

O governo da Ilha da Madeira, região autônoma de Portugal, anunciou que vai aceitar a entrada de turistas imunizados com qualquer vacina contra covid-19, mesmo aquelas não aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

Pedro Ramos, secretário de saúde da Madeira, disse que todas serão aceitas “Se milhões de pessoas foram vacinadas com estas vacinas (não aprovadas pela União Europeia), o nível de proteção é semelhante a outras”.

Popular pelo seu vinho e a paisagem verde, a ilha portuguesa aceitará entrada de pessoas vacinadas com a Coronavac, da chinesa Sinovac e aplicada em massa no Brasil; a russa Sputnik V, indiana Covaxin e a cubana Soberana.

A versão da AstraZeneca produzida na Índia, não reconhecida pela UE, também será aceita na região. Estima-se que 5 milhões de pessoas do Reino Unido, uma importante fonte de turismo estrangeiro para a Madeira, tenham recebido essa vacina. 

Governada pelo principal partido de oposição ao primeiro ministro português António Costa, a ilha é um dos principais destinos turísticos europeus e foi eleita o destino mais seguro deste ano. Com a medida, o arquipélago espera estimular o turismo local.

Vale ressaltar que Portugal continental e os demais integrantes da União Europeia, que lançou seu certificado digital covid aceitam até agora turistas imunizados com apenas quatro vacinas – as da Pfizer e BioNTech, Moderna, AstraZeneca e Johnson & Johnson. 

Exame

Palmeiras imperiais integram paisagismo e cenários históricos de João Pessoa

Capital tem 47,11 metros quadrados de área verde por habitante

Pau Brasil, Gameleira, Pitangueira, Jambeiro, Mangueira, Ipê amarelo e roxo, variedades de Cássias, Macaíbas, Ficusmacrocarpa. Estas são algumas das espécies da flora presente no Parque Solon de Lucena, um dos pontos mais conhecidos de João Pessoa, que apresenta uma variedade arbórea, com destaque para as imponentes Palmeiras Imperiais – plantadas há quase cem anos – que contornam a Lagoa.
 
“As palmeiras da Lagoa foram plantadas no início da urbanização do local, quando fizeram aquele anel de palmeiras imperiais. Nesse espaço nós encontramos árvores com mais de setenta anos”, disse Anderson Fontes, diretor de Controle Ambiental e chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam).
 
Mas não é apenas na Lagoa que podemos encontrar a Palmeira imperial em João Pessoa. Existem 746 espécimes plantadas em espaços públicos da Capital e além do Parque Solon de Lucena, a árvore também pode ser vista no Parque Arruda Câmara (Bica), na Avenida Epitácio Pessoa e em frente ao Paço Municipal e em algumas praças.
 
O Parque Arruda Câmara é outro local com boa concentração de palmeiras imperiais. “Na Bica há um pequeno espaço com 13 árvores. É o menor espaço de agrupamento de palmeiras imperiais plantadas no Brasil. Hoje não é possível fazer um plantio direcionado igual a esse”, afirmou.
 

Anderson ressaltou ainda que todas as Palmeiras Imperiais plantadas nas áreas públicas de João Pessoa estão saudáveis, pois a Semam realiza todos os tratamentos fitossanitários, três vezes por ano, e acompanha, periodicamente, o desenvolvimento fisiológico e estrutural de cada um dos 746 espécimes.
 
Tempo de vida e cuidados – Uma Palmeira Imperial plantada em área urbana com todas as condições fitossanitárias pode viver até 120 anos, mesmo sofrendo todas as interferências provocadas pelo homem, principalmente em relação à poluição atmosférica causada pelos automóveis.
 
No entanto, para uma boa condução do ciclo de vida da palmeira, é necessário alguns cuidados como regar no período certo, sobretudo quando a planta ainda for jovem, fazer as podas de limpeza periodicamente e ficar atento às infestações de fungos, principalmente das Cochonilhas, uma das pragas mais comuns às plantas ornamentais.
 
Segundo Anderson Fontes, a recomendação da Semam é plantar a Palmeira em um espaço aberto como jardins e quintais, mais adequados para o crescimento da árvore e também para uma futura poda de assepsia. Ele alerta que palmeiras não devem ser plantadas perto de muros nem no passeio público por causa da fiação elétrica.
 
História – Originária das Antilhas, a palmeira imperial foi introduzida no país pela família real. A primeira árvore da espécie foi plantada pelo príncipe regente Dom João VI, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1809. Todas as palmeiras imperiais cultivadas no país são descendentes desta primeira planta, denominada Palma Mater.
 
Arborização – João Pessoa é uma capital que apresenta uma grande diversidade arbórea. Segundo o levantamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), são 105 espécies diferentes de um total de aproximadamente 300 mil árvores. A Capital mantém 31,47% de vegetação arbórea e 47,11 metros quadrados de área verde por habitante. (Texto:Juneldo Morais)
 

Cuidado com Chikungunya e dengue nestes meses de inverno

Infectologista alerta sobre medidas para prevenir a reprodução do Aedes Aegypti e do Aedes Albopictus

Nos meses de junho, julho e agosto são registrados os mais intensos períodos de chuva em João Pessoa. Consequentemente, há o aumento dos casos de doenças virais transmitidas por mosquitos como o Aedes Aegypti e Aedes Albopictus, responsáveis pelas infecções da dengue, Zika e Chikungunya.

A infectologista Ana Isabel Vieira Fernandes, médica cooperada da Unimed João Pessoa, alerta sobre a importância de adotar alguns cuidados para evitar ambientes propícios à reprodução dos mosquitos e, consequentemente, a transmissão da Chikungunya. “Não há vacina ou remédio específico. A prevenção eficaz é feita combatendo as larvas dos mosquitos e suas formas adultas com medidas de vigilância, eliminando os focos em casa ou em terrenos e imóveis fechados”, orienta. De acordo com a médica, também há os cuidados individuais com uso de roupas compridas em áreas com grande densidade do mosquito e uso de repelentes.

A doença viral afeta todo o corpo e pode causar alterações no fígado, complicações cardíacas, renais e neurológicas, na fase aguda. Os idosos e quem já possui doenças crônicas, como diabetes e hipertensão são mais suscetíveis a evoluir para um quadro grave.  “Os sintomas iniciais da Chikungunya são febre alta e calafrios, dores no corpo e, em particular, nas articulações. Dor de cabeça e olhos, manchas no corpo e muita fadiga também são sintomas importantes”, explica. “A complicação mais frequente é o comprometimento osteoarticular, que pode provocar limitações aos pacientes”, informa.

Diagnóstico e tratamento – A forma mais efetiva de obter um diagnóstico, além dos exames clínicos, é por meio da realização de uma sorologia após o sétimo dia de sintomas. Segundo a especialista, é comum as pessoas confundirem os sintomas da Chikungunya com os da dengue e Zika, que são transmitidos por meio da picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti e Aedes Albopictus, mas são responsáveis por sintomas diferentes. “As três viroses podem causas manchas na pele, mas a dengue se destaca pela possibilidade de sangramentos e pressão baixa. Já a zika pode causar inchaço nas articulações das mãos e manifestações neurológicas. A Chikungunya se destaca das demais pela intensa agressão nas articulações, causando dores, inchaço e vermelhidão”, detalha Ana Isabel.

A infecção inicialmente deve ser tratada com hidratação. Para as dores nas articulações, a recomendação é o uso de analgésicos, que devem ser orientados pelo médico de acordo com a intensidade da dor, além de repouso, hidratação constante e compressas frias nas articulações.

Ana Isabel Vieira ressalta que é preciso cuidado na hora de diagnosticar qualquer infecção, principalmente na pandemia. “Podem surgir alguns sintomas que também acontecem com a transmissão da covid-19, mas que diferem na presença de sintomas respiratórios, como coriza, tosse, perda de olfato e congestão nasal, que são frequentes na covid-19”, alerta.

Loja lança sandálias inspiradas no sertão com renda para a ONG Milagre Sertão

Peças já estão disponíveis no e-commerce e na loja física da Dona Santa, em Pernambuco

Confortáveis, estilosas e cheias de cultura. Assim são as sandálias assinadas pela tradicional multimarcas recifense Dona Santa, em parceria com a marca de calçados Caruá, que homenageiam o sertão nordestino. As sandálias são sustentáveis,  foram produzidas a partir da reutilização de esteiras de mineração e possuem detalhes feitos à mão por artesãos do sertão e  do cariri. Toda a renda com a venda das peças será  revertida para a ONG paraibana Milagre Sertão. 

Com o propósito de valorizar o sertão nordestino e incentivar a economia local, a equipe da Dona Santa realizou um levantamento de ONGs atuantes no sertão, encontrando o trabalho da Milagre Sertão e encantando-se por ela. “Dentro da nossa pesquisa, vimos o trabalho da ONG, que se preocupa com a situação vigente das famílias, arrecadando e distribuindo mantimentos. Além disso, promove ações sustentáveis e de longo prazo, ” conta Juliana Santos, diretora da Dona Santa.  Inspiradas nos calçados tradicionais do sertão nordestino, as sandálias estão disponíveis nas cores branco e preto e fazem parte da coleção “Lembranças do Sertão”.

Como comprar – As sandálias já estão disponíveis no e-commerce (https://www.donasanta.com/sapatos/sandalias?O=OrderByReleaseDateDESC) e na loja física da Dona Santa, que fica localizada no bairro de Boa Viagem, em Recife-PE. Para mais informações, o instagram da loja é o @donasanta. 

Conheça outras ações da ONG – Entre as ações promovidas pela ONG, estão a promoção de oficinas educativas (artesanato, plantação, culinária, construção, entre outras), o projeto de criação de peixes e hortaliças (aquaponia), o e-commerce “Lojinha do Milagre”, que conta com produtos artesanais, a implantação de sistemas de comércio solidário sustentável e a instalação de poços, cisternas. Além dessas ações, os voluntários da Milagre Sertão também realizam atendimento médico e odontológico nas cidades do interior do estado.

A ONG Milagre Sertão fica na Rua Antônio Rabelo Júnior, nº 81 Sala 01 e 02 – Miramar. Outras informações, no site milagresertao.org/, no (83) 3021-9891 e no insta @milagresertao .

João Pessoa ganha nova loja da Kopenhagen à beira-mar do Cabo Branco

É possível degustar as delícias da marca e ainda realizar reuniões

Pensada especialmente para quem não abre mão de um chocolate após as refeições ou um cafezinho a qualquer hora do dia, a nova unidade da Kopenhagen na capital paraibana une as tradicionais delícias da marca com uma vista privilegiada da orla do Cabo Branco. Cafeteria, espaço kids temático, sorveteria e sala para reuniões ou mini eventos com capacidade para até 10 pessoas são alguns diferenciais da Kopenhagen Cabo Branco.

Charmoso e aconchegante, o ambiente é assinado pela arquiteta Larissa Vinagre e permite que os clientes degustem as delícias da marca com todo o conforto e exclusividade. Um dos destaques da loja é o espaço kids temático, decorado com o personagem queridinho das crianças, o gatinho Lingato. Criado em 2015, o mascote agitado e aventureiro representa a linha que oferece uma experiência saborosa e divertida aos pequenos com a qualidade e tradição da Kopenhagen. A linha Lingato – que é uma releitura da “Língua de Gato” – foi pensada para proporcionar momentos especiais de conexão entre pais e filhos, assim como o espaço na loja.

Funcionamento – A loja fica localizada no Infinity At The Sea, na Av. Cabo Branco e funciona de segunda a domingo, das 7h às 23h. O local opera seguindo todas as normas estabelecidas pelas organizações de saúde, como a redução da capacidade de clientes, distanciamento entre as mesas e uso de máscaras de proteção e álcool em gel.

Para conferir as novidades da loja, o instagram é o @kopenhagen_cabobranco, o telefone para contato é (83) 3024-1092 e o site oficial www.kopenhagen.com.br.

Entrevista: Marcos Wéric, candidato a presidência da API

Leia entrevista e saiba das propostas da chapa

O jornalista Marcos Wéric lançou sua chapa para concorrer as eleições da Associação Paraibana de Imprensa. A chapa ‘API Unida e Renovada’, terá como vice Karla Alencar, Cristiano Machado, secretário-geral, Cristiano Teixeira, tesoureiro, Andréia Barros, diretora social, Juca Pontes, diretor de cultura, Petson Santos, diretor de Assuntos Políticos e Edilane Ferreira, diretora de  Comunicação Social.

Marcos Wéric tem formação em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas pela Universidade Federal da Paraíba. Atua no jornalismo desde 2004, quando estagiou no portal Wscom e chegou a ser editor geral do site. Atuou também como editor de política do Jornal A União, apresentador e comentarista político de programas de rádio e TV no Sistema Arapuan, na rádio Sanhauá e TV Master. 

. Por que quer ser presidente da Associação Paraibana de Imprensa?

– Desde que comecei a militar no jornalismo me engajei nas causas da categoria. Um tempo depois me associei a API e passei a participar das ações da Associação. A partir dai passei a nutrir o desejo de um dia presidir a entidade. Sinceramente, não esperava que fosse agora, mas a conjuntura me levou a candidatura. E quando houve a oportunidade não titubeei. Aceitei o desafio para dar minha contribuição à histórica API, a categoria que faço parte, a profissão que amo. Quero, juntamente com os companheiros de chapa e com o apoio da classe, fazer uma gestão histórica com resgate da participação da API nas principais discussões que envolvem nossa sociedade, e com a ampliação da participação dos profissionais de imprensa, com foco especial para as novas gerações, na vida da entidade.

. Quais são as principais propostas ?

 – Estamos construindo, a várias mãos, uma carta-proposta para apresentar em breve a categoria. Isso tem sido feito com a participação de todos os integrantes da chapa e com vários outros colegas. Mas o eixo principal é ampliar a participação da API nas discussões pertinentes aos profissionais de imprensa e a sociedade em geral; garantir suporte aos profissionais com cursos de capacitação, parceria junto ao Sebrae e outras entidades para preparar os jornalistas para a nova realidade do mercado que se apresenta, transformando os trabalhadores em empreendedores; interiorizar as ações e a presença da API criando novos polos no Cariri e no Vale do Piancó; buscar concretizar um sonho antigo da categoria que é uma sede social, podendo ser, num primeiro momento, através de uma parceria.

. A API sempre foi uma entidade de muita voz nas questões da sociedade e isso foi se perdendo. Como retomar esse prestígio?

– As entidades representativas, em geral, perderam muito dessa representatividade nos últimos anos, por vários motivos, alguns deles comuns a todas e alguns específicos de cada categoria. A API sempre foi uma entidade muito respeitada e participativa, e é fato que nos últimos anos, com a transformação que a categoria atravessou e outros fatores, isso foi se perdendo um pouco, apesar de a Associação se manter ativa em outras vertentes, principalmente na assistência a muitos profissionais e quem precisou sabe do que estou falando. Mas vamos trabalhar para, em primeiro lugar, resgatar a participação do associado na vida da API, tornar a entidade atrativa para as novas gerações e a partir dai fazer com que a Associação se estabeleça como participante das discussões de interesse da sociedade.

. O jornalismo está sofrendo com falsos profissionais. Como agir diante disso?

–  O jornalismo passa por uma transformação muito forte e é, até certo ponto, natural. É esse tipo de transformação que não adianta se posicionar contra. É preciso se reposicionar, aderir as novas tecnologias, se capacitar. Vamos trabalhar fortemente para garantir que os profissionais que desejarem possam ter essa capacitação. E o combate aos falsos profissionais é um desafio ainda maior, pois todo mundo hoje é uma emissora de TV ambulante. Esse problema precisa ser enfrentado, não apenas pela API, mas todos os que fazem o jornalismo com credibilidade e nós, sim, vamos entrar nessa discussão.

Fest Aruanda realiza “Live de Cinema” com Luiz Carlos Vasconcelos

Será nesta quinta-feira, 1,  às 18h, no YouTube

As lives de cinema do Projeto de Extensão Aruandando no Campus estão de volta, neste mês de julho. A temporada 2021 começa nesta quinta-feira,1, às 18h, com a participação do ator e diretor paraibano Luiz Carlos Vasconcelos. A live será mediada pelo professor e produtor do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, Lúcio Vilar, e terá como tema “De Cangaceiro Perfumado a Marighela”.

Luiz Carlos Vasconcelos é formado em Letras na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), fez cursos de teatro na Dinamarca e integrou a Intrépida Trupe, grupo carioca de dança e teatro que revolucionou o Circo no Brasil. Desde 1978, o ator tem intensa atuação circense como o palhaço Xuxu, é diretor e fundador da Escola de Teatro e Circo Piollin.

Com o espetáculo “Vau da Sarapalha”, de Guimarães Rosa, em que ele adaptou, dirigiu e fez a cenografia, Luiz tornou-se encenador conhecido em todo o país, acumulando prêmios e respeito artístico. Ator na ópera “Matogrosso”, montada por Gerald Thomas e Philip Glass, ele estreou no cinema em 1996 no filme pernambucano “Baile Perfumado”, convidado pelos diretores Lírio Ferreira e Paulo Caldas para interpretar Lampião.

O Projeto de Extensão Aruandando no Campus, responsável pela “Live de Cinema”, é um braço do Fest Aruanda na Universidade Federal da Paraíba. O festival, esse ano, será realizado de 9 a 15 de dezembro de forma híbrida, na rede Cinépolis e pela Plataforma Aruanda Play (on line).

Serviço:

16ª Edição do Fest Aruanda

Data: 9 a 15 de dezembro

Inscrições e informações: www.festaruanda.com.br e instagram @festaruanda

Local: Cinépolis (Manaíra Shopping)

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