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Fórum de Turismo Rota Sanhauá faz homenagem às mulheres empreendedoras

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15 mulheres receberam Menção Honrosa por atuação no turismo sustentável

O Fórum de Turismo Sustentável Rota Sanhauá, que inclui representantes de setores públicos e iniciativa privada dos municípios de João Pessoa, Cabedelo, Lucena, Santa Rita, Bayeux e Cruz do Espírito Santo, promoveu uma reunião para homenagear as mulheres empreendedoras que atuam no Fórum, que aconteceu no restaurante Canoas Piloto, na Prainha, em Lucena.

Mulheres empreendedoras dos seis municípios receberam uma Menção Honrosa pelo protagonismo e liderança no turismo, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável números 05, 08 e  1 da Agenda 2030, da ONU, que nestes tópicos tratam de igualdade de gênero, crescimento do trabalho inclusivo e contribuição para tornar as cidades sustentáveis.

A presidente do Fórum, Vera Simões, ressaltou a importância do protagonismo feminino e a união da união de todas, e falou sobre a superação que as mulheres empreendedoras tem que alcançar. “Enfrentamos desafios os mais diversos, temos que superar tanto, e seguimos em frente com determinação, criatividade e força”.

Receberam a homenagem Renata Falcão, Joselma Alves, Rejane Azevedo, Célia de Domiciano, Rayssa Holanda, Alessandra Lontra, Teresa Júlio, Karina Morais, Regina Amorim,  Tereza Florêncio, Josenaide Alixandrino, Michelle Fernandes, Rosa Aguiar, Andreia Karla da Costa e a presidente do Fórum, Vera Simões, entregue pela Gestora de Turismo do Sebrae PB, Regina Amorim.

Danylo Aguiar, Agente de Roteirização do Sebrae PB, destacou que “as mulheres são a potência do Fórum Rota Sanhauá. Esse protagonismo fortalece a governança porque amplia a cooperação, melhora a tomada de decisão e mantém a rede unida em torno de objetivos comuns. Valorizar a liderança feminina é fortalecer o empreendedorismo, gerar oportunidades e impulsionar um desenvolvimento turístico mais consistente e sustentável para o nosso território.”

Durante o evento, um momento de emoção foram os depoimentos das homenageadas sobre as dificuldades e superações que enfrentam com muita determinação. Elas são mulheres empreendedoras dos seis municípios que compõem o Fórum e atuam na área de gastronomia, artesanato, educação, comunicação, consultoria e agências de turismo. A homenagem teve ainda um café, sucos, bolos e canapés oferecido pelo restaurante Canoas, e música com a cantora de Jazz e Bossa Nova Victorya Falcão.

O Fórum Regional de Turismo Sustentável Rota Sanhauá é uma iniciativa do Programa de Agentes de Roteirização do Sebrae e foi formalizado em 2024 com o objetivo de unir representantes dos seis municípios que tem aspectos naturais e culturais para o turismo sustentável, com objetivo de desenvolver ações e roteiros. O rio Sanhauá é berço da história da Paraíba, nascedouro da cidade, é um ecossistema vivo com comunidades ribeirinhas e suas tradições e importante para a economia com grande potencial para o turismo sustentável.A diretoria é formada por Vera Simões, na presidência, na vice-presidencia David Montenegro, 1º Secretário Francisco Coelho Mendes, 2º secretário Mário Murta, 1ª tesoureira Rosa Aguiar, 2ª tesoureira Renata Falcão, além dos conselhos exigidos por lei. @rotasanhaua

Quantas línguas se fala no Brasil?

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Municípios protegem línguas indígenas e tornam co-oficiais

O dado não é preciso mas estima-se que se fala mais de 250 línguas no Brasil, e este patrimônio cultural é praticamente desconhecido. Essas línguas são faladas por etnias indígenas, na maioria, e também por descendentes de imigrantes e descendentes de países africanos. O maior número vem das etnias indígenas e há municípios no Brasil onde é possível escutar os falantes de línguas indígenas nas ruas.

Em São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do estado do Amazonas, o município brasileiro foi pioneiro em alçar línguas indígenas ao mesmo status do português. Uma lei municipal tornou o tukano, o baniwa e o nheengatu – derivado do tupi antigo e usado como língua franca na Amazônia durante décadas, línguas co-oficiais da cidade.

Segundo a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), em São Gabriel da Cachoeira são falados 18 idiomas. A Foirn considera o Alto Rio Negro uma das regiões de maior diversidade étnica e linguística da Amazônia. “Hoje quando você chega a São Gabriel da Cachoeira, você pode verificar que todos os indígenas aqui na cidade falam sua língua. Há 15, 20 anos, isso era impossível, porque as pessoas tinham vergonha de falar sua língua materna e preferiam falar o português. Hoje, não. Se você passar 15 minutos andando nas ruas, você vai ouvir quase todas as línguas faladas aqui no município”, diz.

Outros municípios seguiram o exemplo, como Tacuru (MS) que adotou o guarani como língua co-oficial, e Tocantínia (TO) tornou co-oficial a língua xerente.

É preciso haver leis de proteção para as línguas indígenas porque elas carregam uma ancestralidade de cultura que pode se perder. O Brasil possui esse patrimônio linguístico-cultural de idiomas que levaram séculos para se desenvolver, e são fundamentais para a manutenção de outras manifestações culturais, como cantos e mitos. A língua é fundamental para a compreensão da cultura dos povos.

O município de São Gabriel da Cachoeira abriga 23 etnias indígenas, sendo a maioria Tucano, Yanomami e Baniwa, os quais são responsáveis pela produção de artesanatos. Muitas das aldeias proporcionam a abertura de suas comunidades para o acolhimento de turistas, para que possam ter a vivência e a experiência. Na cidade está localizada a Reserva Biológica Estadual Morro dos Seis Lagos, que fica em território indígena. O acesso é por barco, por meio de igarapés e, além da fauna e da flora exuberantes, como o próprio nome já diz os lagos são as atrações principais com cores diferentes por causa dos minérios nas águas.Redação com Agência Brasil

Governo lança “Paraíba: muito além de sol e mar”

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Obra bilíngue será veículo de divulgação para governos e países

É fato que o maior apelo turístico da Paraíba são as praias cor de esmeralda e toda a natureza da orla com quilômetros de belezas naturais. Mas a Paraíba quer mostrar que é mais do isso. Nesta sexta-feira, 27, às 17h, nos jardins do Museu da História da Paraíba, antigo Palácio da Redenção, no centro histórico de João Pessoa, o governador João Azevêdo, um entusiasta do turismo, lança o livro “Paraíba: Muito além de sol e mar”, uma obra ilustrada com fotografias que tem o objetivo de ressaltar a história, a cultura e a identidade do Estado.

O livro tem a contribuição de diversos autores, pesquisadores e especialistas que analisam a Paraíba em diversos aspectos, entre eles a música, o teatro, as artes, literatura, cinema, artesanato, gastronomia, fazendo um panorama da riqueza paraibana do litoral ao sertão.

O livro, produzido numa edição de luxo, com imagens de muita qualidade sobre a Paraíba e seus encantos, é uma obra bilíngue, também em inglês, e também será um veículo de divulgação para ser presenteado aos governos e países, mostrando o potencial da Paraíba, ontem e hoje.

O organizador e editor Fernando Pedro, disse que “ A Paraíba possui uma história extraordinária e uma produção cultural de enorme relevância. Este livro foi pensado para revelar essa riqueza e mostrar que a Paraíba é muito mais do que suas belas praias. É um território de cultura, memória, criatividade e identidade.”

Entrevista: Diego Santos, gerente geral do Tauá João Pessoa

diego santos gerente geral taua joao pessoa
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Ele fala sobre os bastidores da inauguração do resort, dia 25 de março e traz outras novidades.

Diego Santos não seguiu um caminho tradicional de carreira na hotelaria. Natural de Belo Horizonte (MG), iniciou no mercado no circo, ainda na adolescência, e construiu uma trajetória profissional marcada pela arte e pela circulação em festivais e projetos culturais. Nesse contexto surgiu o primeiro contato com o Grupo Tauá, em uma iniciativa que levou experiências circenses ao ambiente corporativo, dentro dos resorts. “Comecei como recreador e fui assumindo responsabilidades maiores, sempre com preparação e dedicação”, lembra.

.  Como aconteceu a transição do circo para a hotelaria?
– Comecei muito jovem, aos 14 anos, com aulas de circo em Belo Horizonte, e me profissionalizei na área. Participei de festivais e criamos um grupo que levava espetáculos e oficinas para teatros, shoppings e hotéis. Em um desses projetos, desenvolvemos o “Circo Empresarial” dentro do Tauá, com experiências voltadas para empresas. A partir daí, comecei a atuar como recreador freelancer no resort e, por volta de 2010, entrei para os Taualegres (equipe de recreação e entretenimento do Tauá). Naquele momento, ainda mantinha o foco na arte circense, mas me identifiquei com o propósito da empresa e em 2018, recebi o convite para assumir a gerência de lazer no Grande Hotel Termas de Araxá e decidi migrar de vez para a hotelaria.

. Como foi essa evolução dentro da rede até chegar à gerência geral?
Depois de Araxá, tive uma breve passagem pela unidade em Caeté, segui para Alexânia como gerente de lazer e, posteriormente, assumi a gerência operacional. Em seguida, cheguei à gerência geral em Caeté e agora estou à frente da unidade de João Pessoa. É uma trajetória construída ao longo do tempo. Comecei como recreador e fui assumindo responsabilidades maiores, sempre com preparação e dedicação.

. O que se pode esperar da unidade do Tauá João Pessoa? E qual a expectativa de quem está trabalhando no resort?
– A expectativa começou antes mesmo da estrutura ficar pronta. Existe um desejo antigo do Grupo Tauá de levar a hospitalidade mineira para o litoral. João Pessoa surgiu como uma combinação ideal de uma cidade valorizada, uma cidade excelente, com forte potencial turístico e aqui em João Pessoa estamos com a oportunidade de colocar o melhor do Tauá à disposição dos nossos futuros hóspedes. Aqui reunimos aprendizados de outras unidades. Trouxemos o que funcionou melhor e ajustamos o que precisava evoluir. O resultado é uma estrutura completa, com centro de eventos, teatro, áreas segmentadas para diferentes faixas etárias, principalmente para crianças com a Divertópolis, e um spa com diversas experiências, incluindo haloterapia (terapia alternativa que ajuda no tratamento de problemas respiratórios por meio da inalação de micropartículas de sal). E a beleza de João Pessoa, não tem o que falar ainda. É um lugar muito privilegiado e nossa expectativa é de um crescimento muito rápido, não só pela popularidade que a cidade vem alcançando, mas por toda a estrutura do Tauá João Pessoa, que é enorme.

. Quais são os principais desafios da implantação da unidade do Tauá João Pessoa?
– O primeiro desafio é o entendimento do turismo de praia, que ainda não faz parte da origem da rede. Por isso, formamos uma equipe híbrida, com lideranças internas e profissionais experientes em resorts de litoral. Outro ponto é a escala da operação. Abrir com tantos apartamentos exige precisão. Ao mesmo tempo, contamos com processos já consolidados ao longo de 40 anos de experiência, o que traz segurança para receber as pessoas e mostrar nosso trabalho.

. Como vocês pretendem integrar a cultura local à experiência do Tauá, ao jeito mineiro de acolher?
– Vamos trabalhar com três vertentes. A primeira é manter a essência da rede, com sua identidade e personagens, onde não podemos deixar de lado nossa hospitalidade, nossa forma de ser, que está na nossa cultura, a essência do DNA do Grupo Tauá. A segunda é aproximar os espaços infantis, fazer com que as crianças se sintam alegres aqui, principalmente com os Taualegres, com o restaurante infantil, que é todo decorado de forma temática e a terceira vertente é o encontro dessas duas culturas. Há semelhanças entre a cultura do Grupo Tauá e Paraíba, principalmente na valorização das raízes culturais e da culinária. Essa combinação orienta toda a experiência.

. Do ponto de vista pessoal, como você encara essa responsabilidade, você que está a 15 anos no Grupo Tauá?
– É um desafio que encaro com satisfação. Existe gratidão pela oportunidade, porque não é comum alguém sair da recreação e chegar à gerência geral. Há o meu trabalho, o quanto me dediquei e a oportunidade que o Grupo Tauá me deu, que valorizei para concretizar meus objetivos.   Também houve preparo. Quando me tornei gerente de lazer, estabeleci como meta chegar à gerência geral em cinco anos, e isso se concretizou, estar aqui na Paraíba é fruto desta  dedicação. Agora, a responsabilidade aumenta, com uma operação duas vezes maior em número de emocionadores (termo utilizado para todos os colaboradores, com a missão de tocar o coração dos hóspedes) e mais que o dobro de quartos que a unidade de Caetés, mas é um bom desafio. Fui muito bem recebido pela cidade, me adaptei facilmente, tem uma beleza natural impressionante, tenho certeza que será muito bom.

. Como está estruturada a equipe do Tauá João Pessoa?
– A operação conta com um gerente geral, um gerente operacional e cerca de 18 gerentes de área, incluindo spa, alimentos e bebidas, financeiro e recursos humanos. Na inauguração, na semana que vem, estaremos com aproximadamente 780 colaboradores, que são prioritariamente locais. A rede também prioriza o desenvolvimento interno, então há espaço para crescimento profissional ao longo do tempo.

. Que mensagem você deixa para os futuros hóspedes?
-Para quem já conhece o Tauá, a proposta é manter o padrão de experiência, com consistência. Para quem ainda não conhece, fica o convite para vivenciar nossa cultura. Nosso diferencial está nas pessoas e na forma de receber. Estamos trazendo essa essência para João Pessoa, com uma estrutura pensada para acolher diferentes perfis de público.

Projeto leva poesia para escolas e encontro com autores paraibanos

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É o projeto “A Poesia Paraibana na Sala de Aula”, promovido pela Academia Paraibana de Poesia

Ação da Academia Paraibana de Poesia reuniu alunos, professores e escritores em roda de conversa marcada por escuta, troca e identificação, em João Pessoa. A manhã desta sexta-feira, 20,  foi de poesia viva, escuta e descobertas na Escola Cidadã Integral Técnica Tenente Lucena, no bairro dos Ipês, em João Pessoa. Foi a  primeira edição do projeto “A Poesia Paraibana na Sala de Aula”, promovido pela Academia Paraibana de Poesia (APP), reuniu estudantes, professores e escritores em um encontro que levou a literatura para além das páginas e colocou autores e leitores frente a frente.

Realizada dentro do ambiente escolar, a atividade transformou a sala de aula em um espaço de troca direta, onde os estudantes puderam ouvir, questionar e dialogar com poetas atuantes na cena literária paraibana. Participaram do encontro os acadêmicos da Academia Paraibana de Poesia: Boisbaudran Imperiano, Francisca Vânia Rocha, presidente da APP e Jairo Rangel, ex-presidente da APP.

Os autores compartilharam experiências sobre escrita, processo criativo e trajetória literária, aproximando a produção contemporânea do cotidiano dos estudantes. Para o acadêmico Boisbaudran Imperiano, o contato direto é o principal diferencial da proposta. “Quando o estudante percebe que a poesia não é algo distante, mas algo que pode ser feito por ele, a relação com a literatura muda completamente. Esse encontro cria identificação e abre caminhos”, destacou.

A participação dos alunos foi marcada pelo interesse e pela identificação com as temáticas abordadas. Para a estudante Lívia Rodrigues, de 14 anos, o encontro trouxe uma nova perspectiva sobre a escrita. “A gente percebe que pode falar sobre o que sente, sobre a nossa realidade. A poesia fica mais próxima da gente”, relatou.

Já o estudante Deyverson Henrrique, de 15 anos, aluno do 1º ano do ensino médio, destacou a experiência de estar frente a frente com os autores. “É diferente quando a gente escuta quem escreve falando. Dá mais vontade de ler e até de tentar escrever também”, afirmou.

A atividade dialoga diretamente com o projeto pedagógico da escola, “Além das Cicatrizes”, que incentiva os estudantes à produção textual como forma de expressão e ressignificação de vivências. Para a professora de Língua Portuguesa Ione Machado, a iniciativa fortalece o trabalho desenvolvido em sala de aula. “Quando os alunos percebem que suas histórias podem virar texto e que isso tem valor, o envolvimento muda completamente. Eles passam a se reconhecer nesse processo”, explicou.

A gestão escolar também destacou a importância da ação como instrumento de ampliação de repertório e estímulo à formação crítica. “Trazer a Academia para dentro da escola é uma forma de ampliar horizontes e mostrar que a literatura está viva e acessível. É uma experiência que marca”, afirmou o diretor da unidade, Wender Imperiano Ribeiro Soares.

Para a presidente da Academia Paraibana de Poesia, Francisca Vânia, a proposta do projeto é justamente criar pontes entre os escritores e o público jovem. “A Academia tem esse compromisso de fazer a poesia circular, de sair dos espaços tradicionais e chegar onde ela pode provocar transformação, como a escola”, ressaltou.O encontro também contou com o sorteio de livros de autoria dos próprios poetas, ampliando o acesso dos estudantes a obras contemporâneas produzidas no estado.

Casa ManguShoyu: nova opção em João Pessoa para alimentação leve

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Inspirada na culinária havaiana, está no coração de Manaíra

A Casa ManguShoyu, novo endereço gastronômico de João Pessoa localizado na Avenida Bananeiras, em Manaíra, aposta em preparações inspiradas na culinária havaiana, com foco nos pokes e proposta de uma experiência descontraída, alinhada à rotina de quem busca alimentação leve e ambiente de convivência.

Criada em 2022, a ManguShoyu nasceu como a segunda bandeira da rede Home Sushi Home. A abertura do novo espaço sinaliza a expansão da marca para o atendimento presencial, em um ambiente projetado para receber clientes em momentos de pausa no dia, encontros informais ou refeições práticas. “O ManguShoyu começou como uma operação de delivery, e percebemos que existia espaço para um ambiente onde as pessoas pudessem viver essa experiência de forma presencial. A ideia é oferecer comida fresca, preparada na hora, em um lugar confortável para reunir amigos, família ou fazer uma pausa no meio do dia”, afirma Amauri Sales, proprietário do Casa ManguShoyu.

A gestão do restaurante é compartilhada pelos mesmos sócios do Mitt Sushi Bar, restaurante de culinária japonesa já estabelecido na cidade. Embora o Mitt não integre a franquia Home Sushi Home, a experiência dos sócios no segmento de culinária oriental contribui para a operação da nova casa.

O espaço, bem claro e colorido, foi estruturado para receber diferentes públicos. O restaurante conta com área kids, espaço pet friendly, e música ambiente, com capacidade para até 50 pessoas, com salão e área externa. A proposta busca atender desde quem procura uma refeição leve até grupos de amigos ou famílias que desejam um momento de convivência. O fluxo de clientes costuma crescer no final da tarde e início da noite, mas é especialmente confortável e convidativo no horário de almoço.

A operação também utiliza recursos tecnológicos que facilitam o atendimento e a escolha dos pratos, com cardápio digital e processos que tornam o serviço mais ágil.

A Casa ManguShoyu funciona todos os dias, das 11h às 22h, na Avenida Bananeiras, 80, em Manaíra. O perfil oficial no Instagram (@casa.mangushoyu) concentra informações e contato com o público e o cardápio fica disponível no link https://cardapio.gototem.com.br/casa-mangushoyu_987/cardapio

IHGP realiza nesta quarta, 18, sessão de posse de José Marconi Gomes Vieira

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Novo sócio vai ocupar a cadeira nº 32 e será saudado por José Octávio de Arruda

O Instituto Histórico e Geográfico Paraibano realiza, nesta quarta-feira, 18, às 18h, sessão solene de posse do novo sócio José Marconi Gomes Vieira. A sessão será realizada na sede da Academia Paraibana de Letras, situada na rua Duque de Caxias, 37, centro. A sessão será conduzida pelo presidente do IHGP, professor Jean Patrício, e o decano da Instituição, José Octávio de Arruda Mello, irá saudar o novo sócio.  

José Marconi Gomes Vieira nasceu em 1962, na cidade de São José de Piranhas. Formado em História pela UFPB, é também Bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais dos Institutos Paraibanos de Educação, tem Especialização em História Econômica e Social do Nordeste Contemporâneo pela UFPB. Lecionou as disciplinas de História, OSPB e Educação Moral e Cívica em várias escolas da rede estadual, particular e municipal na capital paraibana.

Pesquisador, pertence ao Grupo José Honório Rodrigues; é também membro da Confraria dos Bibliófilos da Paraíba, é historiador, escritor e presidente da “Associação Salão Cultural São José”, em São José de Piranhas. É autor dos livros São José de Piranhas: Eleições e Partidos Políticos – 1947/1964 (2006); São José de Piranhas: Conselheiros, Intendentes e Prefeitos – 1889/1945 (2010); História da Paróquia de São José de Piranhas: 174 Anos de Fundação – 1840/2014 (2014);Antônio Gomes Barbosa: Uma Biografia (2016); José Lacerda Neto: Um Recordista de Mandatos – 1959/2009 (2018); A Trajetória da Família Pontes: História e Memória (2021); História de Carrapateira – 1919/2022 (2022); José Cavalcanti: Homem – Político – Escritor (2024), entre outros e também várias publicações em periódicos e revistas.

O novo sócio do IHGP vai assumir a cadeira nº 32, vaga com o falecimento de Edvaldo Gonçalves de Queiroz. José Marconi Gomes Vieira ressaltou: “Fico feliz em fazer parte desta Instituição centenária – O IHGP. Aqui já passaram nomes consagrados da cultura paraibana, portanto, minha responsabilidade aumenta ainda mais. Isso é um sonho para mim, para minha família e meus amigos”

Serviço:

Posse IHGP – Instituto Histórico e Geográfico Paraibano

Hora: 18h

Local: Academia Paraibana de Letras

Rua Duque de Caxias, 37 Centro Histórico JP

Sessão da Saudade, no IHGP, homenageia Thomas Bruno

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Intelectuais, sócios, amigos e familiares prestigiaram a sessão

O Instituto Histórico e Geográfico Paraibano realizou, neste sábado, 14.03, Assembleia Geral e Sessão de Saudade em homenagem póstuma ao acadêmico Thomas Bruno de Oliveira, que ocupava a cadeira nº 30 do IHGP e faleceu em dezembro ultimo.

Pesquisador, professor, jornalista, mestre em História e escritor, era um dos mais jovens membros do IHGP e contribuiu para a fundação de Institutos Históricos no interior da Paraíba. A sessão foi conduzida pelo presidente Jean Patrício, que exaltou o caráter de pesquisador público do homenageado.

A sessão foi conduzida pela presidente do IHGP, professor Jean Patrício. Intelectuais, sócios, amigos e familiares de Thomas Bruno prestigiaram o evento. O acadêmico José Edmilson Pereira Rodrigues falou em nome do Instituto. Ele ressaltou a paixão que o homenageado tinha pelas letras e história, sobretudo, do cariri paraibano.

Estiveram presentes a sessão familiares, entre eles a viúva, professora Joana D`Arc, que destacou a dedicação de Thomas a cultura e o orgulho de integrar o IHGP.  Ela leu um texto dele sobre o IHGP.O pai do homenageado, bastante emocionado,  lembrou o despertar do filho pela história e a valorização das raízes da Paraíba.

O presidente do IHGP, Jean Patrício, agradeceu a presença de todos os sócios e familiares e informou que no prazo de três dias decorridos da sessão póstuma será publicado o edital de abertura de vacância para a inscrição de candidatos a sócios do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano.   Instagram @ihgpparaibano05

Foco Operadora se supera na 10ª Rodada de Negócios, em Bento Gonçalves  

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Durante a ação foram assinados 367 contratos comerciais

A 10ª Rodada de Negócios da Foco Operadora entrou definitivamente para a história do turismo brasileiro. Realizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, de 4 a 8 de março, o evento reuniu quase 600 profissionais do trade turístico em uma programação intensa de relacionamento, capacitação e geração de negócios. A frente da Foco Operadora estão os CEOs Antônio Neto e Dioclécio Vitor.

Participaram desta edição 403 agentes de viagens de diversas regiões do Brasil, além de 67 fornecedores do setor, entre redes hoteleiras, receptivos, destinos turísticos, companhias aéreas. Esses fornecedores estiveram representados por cerca de 105 executivos comerciais. A programação também contou com a presença de quatro  palestrantes convidados, quatro jornalistas especializados e aproximadamente 60 profissionais do staff da Foco Operadora, responsáveis por toda a operação e logística do encontro.

Um dos momentos mais aguardados da programação foi o já tradicional Vinho com Negócios, que mais uma vez comprovou a força comercial da Rodada. Durante a ação foram assinados 367 contratos comerciais, com uma estimativa de aproximadamente R$ 8 milhões em vendas geradas, reforçando o papel do evento como uma das mais relevantes plataformas de negócios do turismo nacional, disse o Ceo da Foco Operadora, Antônio Neto.

Outro destaque  aconteceu em Garibaldi, quando os participantes vivenciaram uma edição especial do Garibaldi Vintage, preparada exclusivamente para os agentes de viagens, fornecedores e convidados da Rodada de Negócios. Na ocasião, foram entregues aproximadamente R$ 75 mil em premiações aos participantes e também foi realizada uma homenagem especial ao Sr. Leonel Giordani, em reconhecimento à sua contribuição histórica para o desenvolvimento do turismo na região e ao trabalho de excelência realizado pela Giordani Turismo, referência nacional em experiências turísticas na Serra Gaúcha.

A organização também destacou o nível de profissionalismo e hospitalidade da Rede Dall’Onder de Hotéis e dá Giordani Turismo e Receptivo, que recebeu os participantes com excelência e foi peça fundamental para o sucesso da logística e da experiência do evento.

Os participantes conheceram e vivenciaram a Vila Gastronômica, localizada nas imediações dos hotéis, valorizando a gastronomia local e proporcionando uma experiência ainda mais autêntica da Serra Gaúcha.

A Foco Operadora fez um agradecimento especial ao apoio institucional da Secretaria Estadual de Turismo do Rio Grande do Sul, da Secretaria Municipal de Turismo de Bento Gonçalves e da Secretaria Municipal de Turismo de Garibaldi.

Com números expressivos, alto nível de participação e resultados concretos em geração de negócios, a 10ª Rodada de Negócios da Foco Operadora reafirma sua posição como um dos encontros mais relevantes do turismo brasileiro, consolidando-se como uma verdadeira plataforma de conexões, oportunidades e crescimento para todo o trade turístico.

Exposição reúne oito mulheres artistas no Espaço Arte Brasil

isadora rolim
isadora rolim

Abertura será nesta quinta, 19, no Liv Mall

A exposição “8×8 – Mulheres ocupando o território da arte”, que abre no dia 19 de março, às 18h30, no Espaço Arte Brasil, em João Pessoa, vai reunir obras das mais expressivas artistas paraibanas. Com curadoria e participação da artista visual Luciana Oliveira, a mostra terá peças de Cida Lima, Heloísa Maia, Herlene Sá, Isadora Rolim, Marlene Almeida, Maria dos Mares e Nené Cavalcanti, artistas que atravessam diferentes gerações e modos de criar. Pintura e escultura aparecem como fios condutores, mas o percurso revela universos distintos que passam pelo barro, óleo, cores intensas, gestos populares e experimentações pessoais.

A pesquisadora, escultora e pintora Marlene Almeida exibe uma tela figurativa de 1987, já Maria dos Mares mantém uma produção intensa em barro. Isadora Rolim apresenta obras em óleo, Heloísa Maia tem referências urbanas, Luciana Oliveira investiga texturas, Cida Lima traz suas cabeças, Nené Cavalcanti figuras angelicais e Herlene Sá completa o conjunto com personagens lúdicos.

São oito mulheres, oito trajetórias, oito maneiras de transformar matéria, cor e memória em arte. A diversidade artística reflete o momento vivido pelo Espaço Arte Brasil, galeria localizada no térreo do Liv Mall, no bairro Jardim Oceania. O espaço atua como ponto de encontro entre artistas e público, onde promove exposições e aproxima diferentes expressões da arte brasileira ao cotidiano da cidade, com acervo que reúne artistas locais e nacionais. A proposta também conquistou profissionais de arquitetura e design, que buscam obras autorais para compor ambientes com identidade própria.

“O Espaço Arte Brasil cumpre um papel importante no diálogo entre os artistas e seu público. Essa relação precisa ser cada vez mais direta, especialmente para quem produz arte localmente. Vemos um olhar mais atento para a presença feminina no acervo e nas exposições, o que ajuda a equilibrar essa representatividade. Iniciativas como mostras e encontros frequentes fortalecem a cena artística da cidade e criam oportunidades para que os artistas estejam mais próximos das pessoas”, comenta Luciana.

Serviço
Exposição: 8×8 – Mulheres ocupando o território da arte
Abertura: 19 de março, às 18h30
Local: Espaço Arte Brasil (Térreo do Liv Mall)
Endereço: Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho, 500 – Jardim Oceania, João Pessoa
Visitação: gratuita, aberta ao público. De segunda a sábado, das 10h às 21h, e domingos, das 13h às 21h

Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram @espacoartebrasil

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