Close Menu
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
Facebook X (Twitter) Instagram
Mais Turismo e Cultura
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
Mais Turismo e Cultura
Home»Destaques»“Para transformar é preciso esforço”
Destaques

“Para transformar é preciso esforço”

5 de abril de 2025Atualizado:5 de abril de 20254 minutos de leitura
Compartilhar WhatsApp Facebook Twitter Threads LinkedIn Telegram Copy Link Email
WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram Email Copy Link

Regina Amorim escreve sobre a transformação de territórios para a melhoria da qualidade de vida

Transformar a realidade de um território exige esforço para superar desafios, pesquisa para ampliar conhecimentos, humildade para entender que não se sabe tudo, e que é preciso aprender. Não há mudança sem desejo de transformação. A economia criativa é uma estratégia fundamental para transformar vidas em territórios onde a criatividade popular se manifesta de forma colaborativa e favorece as ações coletivas de pessoas e comunidades organizadas em rede. Ela permite o surgimento de modelos econômicos mais sustentáveis e inclusivos, que geram impactos sociais e culturais.

O Sebrae tem dedicado atenção significativa à economia criativa nos programas de desenvolvimento territorial e nos projetos de turismo, priorizando a requalificação de experiências criativas e gerando diferencial competitivo, que fortalece os resultados dos negócios, nos territórios.

A economia criativa no desenvolvimento territorial contribui para a geração de valor simbólico, apropriando-se da diversidade cultural, da inclusão social, da sustentabilidade e da inovação. Ela dialoga com a dimensão territorial, a sustentabilidade e as demandas do novo perfil do turista, que busca o diferente, o criativo e a essência cultural do lugar. Sebrae por todo o Brasil tem dado uma contribuição da mais alta relevância para o avanço da economia criativa nos destinos turísticos.

A cultura é a base da economia criativa, como exemplo perfeito de singularidade, seja como bem material ou imaterial. É a experiência viva de cada território, que precisa ser valorizada pelos gestores públicos e privados e principalmente pela comunidade.

Não devemos permitir que os cenários para o consumo de roteiros turísticos sejam transfigurados, pela desigualdade, invisibilidade e exclusão, mas tenham o domínio da cultura e a sua diversidade cultural. O turismo de base comunitária tem muito a nos ensinar, sobre a preservação ambiental e cultural, as moedas de troca, a governança e a colaboração para as ações coletivas nas diversas comunidades – de pescadores, quilombolas, indígenas, apicultores e outras. É uma alternativa de organização singular que enriquece a experiência do turista com serviços diferenciados, além de promover a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.

Trago o exemplo da comunidade de pescadores do Povoado Bar da Hora, em Barreirinhas – MA, situada na faixa de proteção que envolve o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O passeio de lancha voadeira pelo Rio Preguiças até o Povoado Bar da Hora é uma experiência encantadora, passando por cenários deslumbrantes e preservados.

A comunidade proporciona aos visitantes a possibilidade de explorar atrações diversas, incluindo caiaque e pesca tradicional, além de vivenciar um estilo de vida natural. O povoado pratica o turismo responsável, oferecendo experiências autênticas e sustentáveis, respeito ao meio ambiente e à cultura local. Esse modelo garante que os benefícios econômicos sejam distribuídos entre os moradores, promovendo a participação ativa da comunidade em todas as etapas do turismo e fortalecendo o protagonismo local. Estão entre as prioridades da Associação dos Moradores e Pescadores do Povoado Bar da Hora, o reflorestamento de mangues, para a proteção dos ecossistemas costeiros e o uso de biodigestores que transformam resíduos orgânicos em biogás e adubo. O turismo de base comunitária é um modelo de desenvolvimento turístico orientado pelos princípios do associativismo, valorização da cultura e do protagonismo local.

Outro exemplo é a comunidade quilombola da Liberdade, em São Luís MA, o maior quilombo urbano do Brasil e um dos maiores da América Latina. É palco de manifestações culturais e religiosas de origem afro, como terreiros, clubes de reggae, tambores de crioula, cacuriá e o Bumba Meu Boi, que é uma das manifestações culturais do Maranhão, responsável por mobilizar a economia e o turismo do estado.

Aprendi que a cultura é um ativo estratégico para o desenvolvimento, que dá visibilidade às forças criativas dos territórios e às práticas sociais e culturais locais. Nessa abordagem, cultura e criatividade serão os principais insumos do desenvolvimento no século 21. (Regina Amorim, Gestora de Turismo e Economia Criativa do Sebrae PB)

Compartilhar. WhatsApp Twitter Facebook Telegram Threads Copy Link

Relacionados

Uçá Rooftop recebe Guest Jampa com seis coquetéis

12 de maio de 2026

Presidente do Fórum de Turismo do Curimataú apresenta Caminho das Ararunas, no Salão Nacional do Turismo

12 de maio de 2026

Conhece o Sea Rooftop? Uma das mais belas paisagens de JP

11 de maio de 2026
Interessante

Uçá Rooftop recebe Guest Jampa com seis coquetéis

12 de maio de 2026

Presidente do Fórum de Turismo do Curimataú apresenta Caminho das Ararunas, no Salão Nacional do Turismo

12 de maio de 2026

Conhece o Sea Rooftop? Uma das mais belas paisagens de JP

11 de maio de 2026
imagem
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram Threads RSS
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
© 2026 Mais Turismo e Cultura. Designed by NIBWOZ.

Digite o que deseja pesquisar acima e tecle Enter para procurar. Ou Esc para cancelar a pesquisa.