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Home»Destaques»“Vilas e becos da cidade podem ser transformados em espaços multiculturais”
Destaques

“Vilas e becos da cidade podem ser transformados em espaços multiculturais”

10 de fevereiro de 2025Atualizado:10 de fevereiro de 20254 minutos de leitura
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Regina Amorim, gestora de Turismo do Sebrae PB escreve sobre economia criativa

Agir em tempos de incerteza é permitir que a sua empresa aprenda a sobreviver. Não é mais possível repetir a mesma receita de sucesso do passado, pois os tempos mudaram e a dinâmica do mercado é outra. A falta de alinhamento estratégico e de um modelo de governança são desafios relevantes para as empresas com baixa maturidade em gestão da inovação.

As mudanças levantam questões e forçam um novo olhar para os negócios criativos e para a relação das cidades com a classe criativa e o planejamento urbano. O ideal das cidades e do seu planejamento urbano é reunir esses pequenos negócios em espaços criativos, que alimentam a diversidade, a riqueza e a criatividade urbanas.

Na vanguarda das empresas criativas, a Grã-Bretanha, a Áustria, Nova Zelândia e Canadá deram a elas institucionalidade, ao criar entidade específica para cuidar do levantamento de dados e desenvolvimento de políticas de estímulo à produtividade do setor criativo. As atividades criativas são aquelas que utilizam a criatividade artística como forma de agregar valor e diferenciação a produtos e serviços, tendo a geração de riqueza como objetivo maior.

É fundamental fomentar, valorizar e qualificar a gestão dos negócios criativos de um município ou de uma região. Os segmentos criativos promovem a competitividade dos pequenos negócios, de forma intersetorial e participativa.  As agências de publicidade e propaganda, o design gráfico e a assessoria de imprensa são negócios da economia criativa, essenciais para a promoção de produtos e serviços e para o posicionamento da imagem das empresas junto ao mercado consumidor.

As galerias de arte e o artesanato, os ateliês de restauração de obras de arte, podem ser lojas em hotéis ou em ruas criativas das cidades. Sim, a gestão pública pode criar becos da criatividade, com lojinhas que podem funcionar como um shopping a céu aberto, em qualquer lugar turístico ou em um espaço que pode ter o pertencimento da comunidade.  Os brechós criativos podem ser de roupas e acessórios com boa qualidade, as fantasias e peças de decoração. Construir a “rua da galeria criativa” é também incluir as escolas de dança, as empresas organizadoras de eventos culturais, oficinas de teatro, espaços para diversos estilos musicais, as empresas de fotografias, as agremiações carnavalescas e o cinema de rua. As vilas e becos das cidades podem ser transformados em espaços multiculturais que oferecem formas diferenciadas de consumir e vivenciar a cultura do lugar, no mesmo local e de diversas perspectivas.

Os ateliês de moda autoral, as cafeterias e bistrôs bem decorados com o artesanato local, proporcionam lazer e bem-estar para quem visita. A gastronomia precisa ser tratada como a arte de preservar os saberes e fazeres e de inovar, misturando o regional com o mais sofisticado. Lojinhas de literatura, alimentos e bebidas artesanais, também se encaixam nessa proposta. A identidade e a consciência de uma classe criativa se constituem sobre a sua própria criatividade. A acomodação é inimiga da arte. Ela floresce em sistemas de subsídios garantidos pela excessiva presença do governo, sem a infraestrutura adequada, que valoriza e dá visibilidade à produção artística.

As artes e suas diversas manifestações criam riqueza e trabalho, passando por muitas áreas de nossa vida. São fontes de entretenimento, crescimento espiritual e continuam desempenhando um papel importante nas estratégias de revitalização das cidades e regiões. Os locais antes degradados, mal iluminados ou poluídos, podem ser transformados em ambientes que estimulam a criatividade, a inovação e a colaboração.

A diversificação criativa é saudável para qualquer setor. Ela expande as possibilidades de ideias e valores, indispensáveis ao desenvolvimento da criação artística. Não basta considerar o conteúdo das programações culturais, mas examinar as causas do maior ou menor sucesso, relacionadas com as preferências dos consumidores. Com a nova gestão municipal (2025/2028), estamos diante de um novo olhar sobre a relação das cidades com a criatividade e a diversidade, configurando-se em uma nova era de uma economia baseada no conhecimento, na criatividade e no desenvolvimento social e econômico. (Regina Amorim)

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