Close Menu
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
Facebook X (Twitter) Instagram
Mais Turismo e Cultura
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
Mais Turismo e Cultura
Home»Destaques»Entrevista: Sommelière Manu Vilhena
Destaques

Entrevista: Sommelière Manu Vilhena

2 de outubro de 20244 minutos de leitura
Compartilhar WhatsApp Facebook Twitter Threads LinkedIn Telegram Copy Link Email
WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram Email Copy Link

“…importante mesmo é harmonizar o vinho com o momento” diz especialista do Wine Ville Fest

Manu Vilhena é advogada. Quando foi morar em São Paulo decidiu ocupar o tempo livre estudando sobre a bebida que amava. Comprou livros, pesquisou   e depois viajou para o Chile e para Mendonza, na Argentina, regiões produtoras famosas.  A partir daí decidiu se profissionalizar se tornando sommelière de vinhos pelo Senac SP “Sempre fui apreciadora e uma grande curiosa sobre o assunto. Aos poucos essa curiosidade foi crescendo e virou negócio. Em 2017 abri meu próprio restaurante e em 2019, quando pareceu que tudo estava dando errado, percebi que, na verdade, era só o começo. Mergulhei de cabeça no meu amor pelo vinho, me reinventei e, hoje, me lanço nesse novo desafio de fazer a curadoria dos rótulos do Ville Wine Fest.”

– Até poucas décadas o nordeste não bebia vinho. Diziam que era quente. Como isso mudou?

. Felizmente, o consumo de vinho aumentou no Brasil inteiro, principalmente na época da pandemia. Comparando com o ano de 2019, o consumo per capita cresceu 30% e isso é muito significativo. Acho que o nordestino entendeu que temos vinhos que se adequam ao nosso clima quente. Brancos, rosès e espumantes são super refrescantes e propícios ao nosso calor e alguns, inclusive, foram produzidos para serem tomados com gelo. Além disso, tivemos uma grande participação de empresas e profissionais da área que ajudaram a “desmistificar” o vinho, mostrando que ele pode ser mais acessível e menos burocrático. Como eu costumo dizer: importante mesmo é harmonizar o vinho com o momento.

–  Outra mudança que vem se observando é a qualidade dos vinhos nacionais. Queria que voce falasse sobre isso.

Os vinhos brasileiros vem crescendo exponencialmente em sua qualidade e muito disso em razão de investimento em pesquisa e tecnologia. Os nossos produtores estão focando na produção de vinhos de alta qualidade e tem explorado bastante a variedade de uvas que melhor se adaptam às condições do nosso terroir. Nossos rótulos estão recebendo o reconhecimento e, principalmente, premiações em concursos internacionais.  As nossas vinícolas estão investindo no enoturismo e isso tudo tem fomentado o nosso mercado. O que é maravilhoso, visto que até pouco tempo nós mesmos tínhamos um certo preconceito com vinhos brasileiros.

– Fale um pouco sobre o Wine Ville Fest, esse festival de vinhos de tantos países que acontece dia 25 de outubro no @villedesplants.

. O Ville des Plants já tem uma vocação natural para receber e promover encontros de pessoas de todos os lugares do Brasil. O pessoense gosta muito de trazer seus amigos e visitantes aqui por ter essa atmosfera aconchegante e receptiva. Então o Ville Wine Fest nasce com a missão de ser uma festa de celebração aos encontros e nada melhor do que o vinho para brindar isso tudo. 

– Qual foi o seu foco como sommeliére do evento?

– Sem dúvida alguma, a minha primeira e principal preocupação foi com a qualidade dos rótulos. Além disso, e não menos importante, me preocupei em escolher vinhos das mais variadas regiões produtoras e de diferentes uvas. Muitas vezes, o consumidor fica inseguro na hora de escolher um rótulo diferente do que ele está habituado ou de provar uma nova uva. A minha intenção é que, no festival, o participante tenha essa liberdade de provar o novo, conhecer novas regiões produtoras e novas uvas sem medo.

– Estamos todos curiosos sobre os rótulos que os participantes do Wine Ville irão degustar…

. São mais de 50 rótulos das mais variadas uvas e países produtores. Vou destacar  os espumantes brasileiros Zannoto Brut, feito da uva Chardonnay e que recebeu premiações internacionais, e o Cordelier Nature produzido pelo método tradicional, onde a segunda fermentação acontece dentro da própria garrafa. Entre os brancos, teremos o Milani, um Pinot Grigio italiano da região do Veneto, super leve e fresco; e o Sexy Fish Blanc des Blancs, um argentino de Mendoza produzido com as uvas Chardonnay e Torrontés. Nos rosès, o José Piteira, um vinho português da região do Alentejo, um blend das uvas Aragonez e Moreto e o Mirabueno Bobal, um vinho orgânico espanhol da região de Castilla Y León. Entre os tintos, destaque para o Yarden Hermon, um vinho israelense da região da Galiléia, o Astronauta Fiel Blend, um português da região do Douro, produzido com vinhas velhas, o Gazon Tannat de Corte, um urugaio da vinícola Garzon e o Lagarde Blend de Tintas, um argentino de Mendoza, produzido com um blend de Syrah, Malbec e Petit Verdot. (Entrevista concedida a Rosa Aguiar)

Compartilhar. WhatsApp Twitter Facebook Telegram Threads Copy Link

Relacionados

Uçá Rooftop recebe Guest Jampa com seis coquetéis

12 de maio de 2026

Presidente do Fórum de Turismo do Curimataú apresenta Caminho das Ararunas, no Salão Nacional do Turismo

12 de maio de 2026

Conhece o Sea Rooftop? Uma das mais belas paisagens de JP

11 de maio de 2026
Interessante

Uçá Rooftop recebe Guest Jampa com seis coquetéis

12 de maio de 2026

Presidente do Fórum de Turismo do Curimataú apresenta Caminho das Ararunas, no Salão Nacional do Turismo

12 de maio de 2026

Conhece o Sea Rooftop? Uma das mais belas paisagens de JP

11 de maio de 2026
imagem
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram Threads RSS
  • Mundo
  • Turismo
  • Cultura
  • Gastronomia
  • Entrevistas
  • Coluna Rosa Aguiar
  • Blog de viagem
© 2026 Mais Turismo e Cultura. Designed by NIBWOZ.

Digite o que deseja pesquisar acima e tecle Enter para procurar. Ou Esc para cancelar a pesquisa.