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Home»Destaques»Entrevista: Emmanuel Lopes, diretor do Aquário Paraíba
Destaques

Entrevista: Emmanuel Lopes, diretor do Aquário Paraíba

14 de julho de 20243 minutos de leitura
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 “A tartaruga é um dos animais que mais sobre com o plástico”

O diretor do Aquário Paraíba, engenheiro ambiental Emmanuel Lopes conversa com o Mais Turismo e Cultura sobre preservação, educação ambiental e sobre o novo espaço que ele inaugurou, desta vez dedicado a exibição e preservação de aves. Localizado no Seixas, o Recanto das Aves e o Aquário Paraíba não são apenas lugares para apreciar animais como tubarões, lagostas, peixes, tartarugas, pavões e papagaios. A maior contribuição são os projetos de educação ambiental para os visitantes e de reabilitação de animais.

. O Aquário não é somente espaço de contemplação dos animais. Como tudo começou?

– Há oito anos inauguramos o Aquário Paraíba pensando num espaço para o turismo, mas logo veio a preocupação sócio ambiental. Hoje a gente faz questão que o visitante saiba o que estamos fazendo na área de preservação e educação ambiental. Teemos o Cine Aquário e diversas exposições. Uma das mais impactantes é sobre tampinhas de plástico, ligada ao projeto “Mares sem Plástico” da professora Cláudia Cunha, da UFPB. Temos visitas guiadas, exposições de tartarugas taxidermizadas e um auditório para grupos escolares, onde promovemos filmes educativos e atividades para crianças de todas as idades, sempre focando na educação ambiental.

. Vocês tem animais aqui e isso é importante para as pesquisas, nâo é?

– Sim, as pesquisas são muito importantes. Uma delas, no Aquário Paraíba, é sobre a lagosta, da professora Cristina Crispim, da Universidade Federal da Paraíba. Temos parcerias com pesquisadores de diversas instituições como a Uninassau, Iesp, Facene.

. Qual o animal que mais sofre com a interferência humana e chega aqui para reabilitação?

– Sem dúvida são as tartarugas que sofrem mais com o plástico. E estamos percebendo um aumento muito grande de animais que chegam doentes ou mortos por causa do plástico. E a mortalidade é muito maior do que a sobrevivência. 100% delas tem plástico. A limpeza das praias é muito importante mas não sujar é ainda mais. Precisamos de mais conscientização para que as pessoas não deixem nada de plástico nas praias.

. Vocês tem um trabalho em conjunto com diversos órgãos ambientais. Como funciona?

-Trabalhamos com várias entidades, como a Emlur, Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria do Meio Ambiente do Conde, Cabedelo e João Pessoa, Polícia Ambiental. Juntamente promovemos diversas ações de preservação e também reabilitação. Depois disso alguns retornam para a natureza e quando não podem, ficam conosco. 

. O Recanto das Aves também terá esse objetivo de preservação?

O Recanto das Aves é também um espaço para que os visitantes compreendam a importância da preservação. São 11 recintos com aproximadamente 30 espécies, incluindo arara-azul, arara-canindé, arara-vermelha, periquito-de-colar, papagaios, gaviões, pavões.

. Como funciona o CEREM  – Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas ?

– Recebemos principalmente animais marinhos. Quando um animal é resgatado, como tartarugas marinhas, a Polícia Ambiental nos encaminha. Atualmente temos uma fragata (ave) e duas tartarugas para soltar, em breve. A fragata foi encontrada em Cabedelo com feridas nas pernas e está em recuperação. Este centro é essencial para nossa missão de reabilitar e devolver animais ao seu habitat. Nossa única fonte de renda vem da bilheteira, loja e lanchonete, e todo o dinheiro é revertido para a preservação dos animais. É importante que o público tenha consciência de que os animais não estão aqui apenas para serem exibidos, mas para serem cuidados. Muitos não podem voltar à natureza devido a mutilações, e nosso papel é oferecer a melhor qualidade de vida possível para eles.

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