Início Site Página 197

Terroá na Caixa chega em São Paulo

E participa do Festival Nordestesse

Existem coisas que ajudam a gente a resgatar boas experiências. A cultura gastronômica de uma região é uma delas. Foi pensando nisso que surgiu o Terroá na Caixa, que desembarca na cidade de São Paulo a partir do dia 22 de setembro. A caixa traz itens selecionados de produtores escolhidos a dedo e dá visibilidade aos pequenos negócios nordestinos, que produzem de maneira sustentável e fomentam o empreendedorismo local.

O Terroá na Caixa é uma criação Cantaloupe, plataforma de iniciativas gastronômicas criativas com alto impacto social.

Depois do sucesso de lançamento da caixa em João Pessoa, a partir de 22 de setembro os paulistanos também poderão conhecer de perto o Terroá na Caixa. A marca figura entre os participantes do Festival Nordestesse, criado e desenvolvido pela jornalista Daniela Falcão.

O festival vai conectar moda, design, artes visuais, turismo e gastronomia do Nordeste e acontece na Pinga Store, localizada na Rua da Consolação, em São Paulo, de 22 de setembro a 8 de outubro. O Terroá também irá assinar o cardápio do Ziza, restaurante da Pinga Store.

O Terroá na Caixa chega a São Paulo em uma versão com 10 produtos dos estados da Paraíba, Pernambuco e Bahia, como vinho espumante, queijo de cabra, bolo de rolo, geléia, café, cachaça, arroz da terra, mel, chips de queijo de coalho e vela aromática. Por meio da caixa é possível não apenas conhecer, mas também sentir os aromas, a natureza e os percursos que construíram e compõem a história e o território da região. “É uma caixa cheia de sabores, cores, histórias familiares, heranças e lugares. A nossa caixa vai viajar por todo Brasil, e quem sabe, por todo mundo, permitindo que as pessoas provem, de fato, o Nordeste”, reforça Marina Sá, idealizadora do Terroá.


Além disso, o Terroá na Caixa encontrou uma maneira de reforçar a arte nordestina e dar maior visibilidade aos artistas da terra. A cada nova edição – que vai ocorrer trimestralmente – a caixa será ilustrada com a obra de um artista do Nordeste. “É uma maneira de valorizar os artistas locais e de divulgar a arte da região para o Brasil e o mundo”, acrescenta Marina Sá.

Nesta edição, a ilustração será da artista paraibanaLola Pinto.

Os famosos queijos da Fazenda Carnaúba

Produtos Terroá na Caixa – Edição Lola Pinto:

1. Espumante Terranova Moscatel (Vale do São Francisco, Casa Nova- BA)
2. Cachaça Umburana Engenho Nobre (Cruz do Espírito Santo – PB)
3. Mel Orgânico Mielo (Catolé do Rocha – PB)
4. Vela Aromática Mielo (Catolé do Rocha – PB)
5. Café Bricktops Piatã (Microlote da Bahia / Torrefação Paraíba)
6. Medalha Nordestina Sabor da Casa (Recife – PE)
7. Queijo Arupiara Fazenda Carnaúba (Taperoá – PB)
8. Geléia de Cajá (João Pessoa- PB)
9. Arroz da Terra COOPAFAB (Bananeiras – PB)
10. Chips de Queijo Coalho Caboclo (Pedra- PE)


Experiência Terroá aprofunda ainda mais o contato com a região
Todos os dias, entre as 17h e as 18h, os participantes do Festival Nordestesse terão a oportunidade de degustar os produtos selecionados da caixa. É uma oportunidade de se aproximar da história dos produtos e dos produtores que compõem o Terroá na Caixa.

Já no dia 28 de setembro, das 16h às 19h, vai acontecer a Experiência Terroá no Festival Nordestesse: um encontro para apresentar a experiência completa Terroá, com degustação de vinhos do Vale do São Francisco, cachaças premiadas, vários tipos e harmonização de mel e outros produtos especiais da caixa.

Programação:

– Degustação guiada de cachaças premiadas do Engenho Nobre/PB, com Murilo Vilela Coelho, especialista e produtor.

– Degustação guiada de espumantes Terranova – Vale do Rio São Francisco / BA.

– Degustação guiada de mel orgânico de diferentes floradas, com Gonçalo Vicente, especialista e produtor.

Também dentro do local do evento, o restaurante Ziza terá um cardápio especial para o período do Festival.

MENU ZIZA TERROÁ  

Entradas
– Dadinho de tapioca com geléia de cajá e caju
– Cone castanha de caju trufada

Pratos
– Ravioli de queijo de cabra, farofa de castanha e melaço
– Salada de grãos, arroz da terra, castanha e camarões

Sobremesas  
– Cocada quente
– Bolo de rolo
– Cartola

Café
– Café Piatã

Alcoólicos
– Espumante Vale São Francisco
– Shot cachaça envelhecida

Sucos
– Seriguela
– Caju


Guia de bolso Terroá na Caixa: um roteiro para as delícias nordestinas

Além de produtos regionais, a caixa também acompanha um guia de bolso, com conteúdos que apresentam o projeto, os produtos, a história dos produtores e também a região.

O guia de bolso traz ainda receitinhas deliciosas, desenvolvidas por chefs que carregam os sotaques e cultura do Nordeste, com muita técnica e criatividade. Entre os profissionais que assinam as deliciosas receitas neste primeiro guia estão o chef Marcílio Cavalcante e o mixologista Emanuel Ribeiro, entre outros.

“Cada temporada do Terroá na Caixa é única e exclusiva, pois muitos produtos são sazonais. Nossa ideia é ampliar cada vez mais o número de produtores envolvidos no projeto”, conclui Marina.


Serviço

Terroá na Caixa no Festival Nordestesse
Data: de 22 de setembro a 8 de outubro
Local: Pinga Store – Rua da Consolação, 3378, São Paulo
Horários: das 11h às 19h
                Degustação diária das 17h às 18h

Artista da Capa: Lola Pinto
Estados presentes na edição: PB, PE, BA
Valor de compra da caixa: R$297,00 + frete
Valor de venda no evento: R$320,00.


Dia Nacional da Cachaça: Paraíba se destaca em quantidade e qualidade

Rosa Aguiar, especial para A União

No dia 13 de setembro de 1661 a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil. Antes disso, a coroa portuguesa tentava barrar a produção de cachaça no país para que se adotasse a bagaceira, aguardente típica de Portugal. A famosa “Revolta da cachaça”, no Rio de Janeiro, protagonizada pelos produtores, conseguiu a liberação. A criação do Dia Nacional da Cachaça foi uma iniciativa do Instituto Brasileiroda Cachaça (Ibrac), instituída em junho de 2009 e também uma lei de outubro de 2010.

A cachaça é o único destilado tipicamente brasileiro e sua história acompanha o Brasil desde o início. Sabe-se que existiam engenhos produtores de cachaça desde o século XVI. As pesquisas indicam que há registros históricos de um engenho de produção de açúcar na Ilha de Itamaracá, em 1516, e, como afirma o folclorista Câmara Cascudo, “onde mói um engenho, destila o alambique” A cachaça também pode ter nascido em 1520, em Porto Seguro, na Bahia, ou em 1532, no estado de São Paulo, no engenho São Jorge dos Erasmos, onde há vestígios conservados e é aberto a visitação. A cachaça é o primeiro destilado da América Latina, surgido antes da tequila mexicana, do pisco peruano e do rum caribenho.

Segundo o artigo 53 do decreto nº 6.871/2009, cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica entre 38 e 48º em volume, obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar. Portanto, não existe cachaça que não seja brasileira e não existe cachaça que seja feita de outras bases que não a cana-de-açúcar. A cachaça também se diferencia da aguardente. Segundo o livro “Os segredos da cachaça”, de João Almeida e Leandro Dias, publicado pela editora  Alaúde, “aguardente tem o mesmo processo de produção, mas tem o grau alcoólico de 38 a 54% de volume. Desta forma pode-se dizer que toda cachaça é uma aguardente, mas nem toda aguardente é uma cachaça”. A aguardente pode ser produzida em qualquer lugar do mundo, mas a cachaça tem que ser brasileira.

A bebida típica do Brasil teve momentos de glória, participou de fatos marcantes da história, entrou em declínio e, atualmente, vive um dos períodos mais festejados, com um grande crescimento na produção e na qualidade. A Paraíba vem se destacando no cenário nacional pelos dois quesitos. Está aqui o maior produtor do país de cachaça de alambique, o Engenho São Paulo, em Cruz do Espírito Santo, com capacidade para seis milhões de litros anuais. Segundo o presidente da Associação dos Engenhos Produtores de Cachaça de alambique da Paraíba, Múcio Fernandes, o Estado produz em torno de 20 milhões de litros por safra. “A cachaça é um símbolo nacional, e nunca teve a valorização que é de direito. É um produto genuinamente nacional e tem atributos para ser o novo destilado mundial”

A cachaça tem uma versatilidade muito grande, podendo ser armazenada e envelhecida em diversas madeiras, sendo as brasileiras as que chamam mais atenção.

A Paraíba tem aproximadamente cem engenhos produzindo cachaça de alambique e esses engenhos tem capacidade para produzir vinte milhões de litros, a cada safra, o que movimenta o setor econômico. “Hoje a Paraíba conta com mais de duzentas marcas registradas no Mapa – Ministério da Agricultura, pecuária e Abastecimento – todas elas carregando muita qualidade para o consumidor paraibano, brasileiro e do exterior”

Na Paraíba temos até a Capital da Cachaça, instituída pelo governo do Estado. É a cidade de Areia, localizada no brejo, grande região produtora. Segundo Tiago Henrique Baracho, presidente da Associação de Produtores de Areia, essa definição irá ajudar muito na divulgação tanto estadual quanto nacional. “A produção de cachaça em Areia está muito atrelada ao turismo, e essa definição traz mais visibilidade para o produto cachaça de qualidade e desenvolve também o comércio e o turismo, e mostra que o governo está apoiando”

O município de Areia está entre as quatro cidades em número de estabelecimentos produtores de cachaça. São 28 engenhos, segundo dados do IBGE, produzindo mais de quatro milhões de litros.“ Na Paraíba a cachaça não é pejorativa. Aqui se consome cachaça como qualquer outra bebida. Estamos vendo muita qualidade no setor, com muito investimento, qualificação da mão de obra, isso vem gerando muita qualidade, produtos que vem fazendo frente a qualquer bebida importada e o preconceito está diminuindo fazendo com que todas as classes sociais não sintam vergonha de beber cachaça”

A cachaça é muito valorizada na Paraíba. Em 2010 a cachaça instituída como pertencente ao patrimônio cultural e imaterial do Estado da Paraíba, e, recentemente, foi instituído o Dia Estadual da Cachaça Paraibana, fazendo parte do Calendário Oficial de Eventos no Estado, com a lei 12.042, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, o deputado Adriano Galdino,  sancionada pelo governador João Azevedo 

Outra iniciativa foi a criação da Academia da Cachaça da Paraíba, uma entidade idealizada não apenas para a degustação, mas sobretudo para congregar pessoas que se dediquem a produção, a pesquisa e a divulgação da cachaça para a valorização do produto, produzindo eventos, seminários, conferências.Para Manoel Abrantes, um dos sócios e fundadores,  o objetivo é  “mostrar a cachaça como elemento da nossa cultura. Temos cachaça em todas as regiões da Paraíba, inclusive com premiações nacionais. A cachaça faz parte da manifestação do povo, na formação dos engenhos, e na vida cultural como um todo, através de obras literárias como A Bagaceira, de José Américo de Almeida, Fogo Morto e Menino de Engenho, que retratam a vida do povo.

Impossível falar da cachaça sem mencionar o drink brasileiro mais famoso no país e no exterior. A caipirinha também recebeu uma lei para a sua proteção, um decreto que define o que é a bebida, que deve ter graduação alcoólica entre 15 e 36% em volume, elaborada com cachaça, limão, açúcar, típica do Brasil. As pesquisas sobre a cachaça e seus derivados vem aumentando no país e alguns mitos vem caindo, como a ideia de que a cachaça surgiu acidentalmente porque pingava álcool nas costas dos escravos. Sobre a caipirinha alguns livros apontam sua origem em São Paulo, em 1918,  mistura feita para combater o surto de gripe espanhola.

O jornalista e escritor Gonzaga Rodrigues escreveu na Carta das Cachaças da Paraíba, que devemos “tratar o destilado mais consumido no Brasil como o americano trata seu uísque; o europeu, o seu vinho; o russo, a sua vodca; seja qual for a motivação ou o nível social do brinde”.

Adeus Amor Adeus: Paraibana lança livro auto ficcional

Romance de Carolina Candeia foi  lançado na Amazon

Descobertas, reconstruções, amores e reencontro consigo mesma. Estes são os motes de “Adeus Amor Adeus: Eu não Existo Com Você”, primeiro romance da escritora e empreendedora paraibana Carolina Candeia. O livro, disponível a partir de hoje (15)  pela Amazon, é uma autoficção – gênero que une elementos autobiográficos e da ficção – e foi escrito de forma independente, utilizando como pano de fundo alguns contextos da própria autora.

Em sua estreia como romancista, Carolina Candeia reúne partes da sua própria história de vida – como comportamentos e questionamentos próprios –  e aborda assuntos delicados, como relações abusivas, sexualidade e saúde mental. “As questões humanas sempre me interessaram. Gosto de observar as pessoas se relacionando e enfrentando desafios. Os  assuntos que abordo são muito comuns na atualidade feminina e, de uma forma ou de outra, também me reconheço nelas. Já me percebi em relações abusivas e me autossabotei diversas vezes… As inspirações surgem daí”, explica a autora que também usa de outras formas de arte como fontes de inspiração. “A escrita é minha forma de viver a arte. Alguns tocam instrumentos, outros fotografam, eu escrevo. Amo os livros, adoro ler e leio de tudo. Também escuto muita música, consumo ‘design’ e assisto diversos filmes. Depois é unir tudo. Vou conectando as inspirações diárias com a minha história, junto os pontos e escrevo”, diz.

Carolina é formada em Odontologia e  atua na área de inovação como consultora de empreendedorismo e transformação digital. Começou a escrever a obra durante a pandemia, como forma de exercitar sua criatividade e manter-se ativa. “Minha realidade de trabalho mudou radicalmente, tive que ajustar minha rotina e encontrar de outras formas de exercitar minha criatividade. Profissionais de inovação precisam manter o processo criativo. Então, comecei a escrever. Da primeira linha ao último parágrafo, demorei quatro meses. No entanto, o livro passou por várias versões até chegar ao resultado final”, detalha.

Sobre a obra, a autora espera ajudar pessoas, principalmente as mulheres. “Minha irmã me disse uma frase que não esqueci, enquanto eu me questionava se deveria ou não publicar, se o que escrevia tinha alguma relevância: ‘um livro é um presente para o mundo. A história deixa de ser apenas uma criação sua, para ser uma mensagem para o leitor’. Espero que a mensagem chegue a quem precisa dela”. 

”Adeus Amor Adeus: Eu não Existo Com Você” – O romance conta a história de Alice, uma mulher que repete relacionamentos abusivos e tóxicos. Ao perceber este comportamento, inicia uma jornada interna em busca dos gatilhos emocionais que sempre a levam na mesma direção. Em meio a isso, ela descobre a bissexualidade e, de alguma maneira, reconstrói a forma como enxerga e vive suas relações. O título é inspirado em uma canção de mesmo nome da cantora portuguesa Carolina Deslandes e capa elaborada pelo design maranhense Roneylton Neiva.

Serviço:

Lançamento do livro  “Adeus Amor Adeus: Eu não Existo Com Você”

Gênero: Autoficção

Autora: Carolina Candeia

Data de lançamento: 15/09/2021

Conheça o Engenho São Paulo, PB

O maior produtor de cachaça de alambique do Brasil

Bebida originária, típica e consagrada como patrimônio cultural do Brasil, a cachaça, ao longo dos anos, foi ganhando variações em seus modos de produção, armazenamento e consumo. Na Paraíba, é a produção artesanal feita em alambiques de cobre – equipamento de destilação que produz a cachaça e a deixa refinada e rica em sabores e aromas – é que ganha destaque. Cerca de 90% de seus engenhos produzem esse tipo de cachaça. Porém, o Engenho São Paulo, localizado em Cruz do Espírito Santo, há 28 km de João Pessoa, tem uma capacidade instalada de produção anual de 6 milhões de litros da bebida, e de estoque de até 5 milhões de litros, o que o torna o maior produtor de cachaça de alambique do Brasil.

Com aproximadamente 620 hectares, o Engenho São Paulo foi fundado em 1909 e suas atividades, na época, eram voltadas principalmente para a produção de açúcar mascavo, mel e rapadura, às várzeas do Rio Paraíba. Na região, predomina o solo tipo massapê, ideal para o plantio de cana de açúcar, cujo cultivo é uma tradição há quase 500 anos.  A partir do final da década de 1930, com a queda no consumo destes produtos, o engenho direcionou sua produção para a cachaça de alambique e desde então foi crescendo e conquistando mercado. Na década de 1940, começou a engarrafar suas primeiras cachaças de alambique, criando as marcas São Paulo e Cigana. A tradição atravessou gerações e atualmente o Engenho São Paulo agrega filhos e netos, que mantém a originalidade e o sabor característicos da bebida em safras anuais, de acordo com os períodos de moagem, fermentação, destilação e armazenamento até chegar ao engarrafamento.

O nome São Paulo – Um fato interessante sobre a origem do nome do engenho é que antigamente, todas as terras da zona rural de Cruz do Espírito Santo eram chamadas com nomes de santos católicos. O santo Paulo foi escolhido para batizar a propriedade da família, que se mantém até hoje pelos herdeiros, pela tradição e pela religiosidade. Ao lado do engenho São Paulo, por exemplo, estão localizadas as usinas Santa Helena e a São João.

Da branquinha às misturinhas –  A Cachaça Cigana, uma de suas marcas, foi a primeira a ser exportada e registrada nos Estados Unidos, na década de 1980. Em meados de 1990, os sócios do engenho passaram a estudar, pesquisar, viajar e participar de feiras buscando maneiras de evoluir e aumentar a produção. Introduziram o envelhecimento em barris de carvalho e criaram a Cachaça Cigana Carvalho.  Hoje, além da Cigana, o Engenho São Paulo conta com outras marcas – Cachaça São Paulo, que em sua linha de produtos possui quatros tipos: Original, Cristal, Amburana e Carvalho e a marca Caipira, com Cachaça Caipira e Caipira Amburana. O Engenho São Paulo é detentor também da bebida mista FlyOne. Cada marca possui sua singularidade e público específico. A Cachaça Cigana é a linha premium do seu portfólio, e a São Paulo é sempre lembrada como a marca tradicional do Engenho. A Cachaça Caipira tem um excelente custo-benefício para quem quer conferir uma bebida de ótima qualidade e com preço acessível. Já quem prefere um sabor mais suave e de grau alcoólico menor, a FlyOne é uma ótima escolha, com diversos sabores como frutas vermelhas, tangerina com pimenta e limão com gengibre.   “Unimos tradição com tecnologia para proporcionar aos clientes bebidas da mais alta qualidade”, conta Múcio Fernandes, diretor do engenho.

Múcio conta que, além de seguir as novas tendências de mercado, tornando os produtos mais atrativos, é necessário entender que o público e os hábitos de consumo da cachaça mudaram bastante ao longo dos tempos. “Há alguns anos, a cachaça tinha acidez muito alta, por conta da falta de controle de qualidade na fermentação. Era tomada em um único gole. Como se tratava de uma bebida muito barata, era consumida apenas pelos públicos C, D e E e sofria muita discriminação dentro das outras classes. Com a evolução da qualidade no seu processo produtivo e por consequência, com a acidez controlada, as cachaças se tornaram muito saborosas. Com isso, os públicos A e B passaram a apreciar a bebida e a consumi-la também. Percebemos um crescimento, inclusive, entre as mulheres”, comenta.

Inúmeros produtos da São Paulo

Qualidade no processo e nos produtos –  A cachaça possui grande importância econômica no Brasil, pois é muito apreciada e corresponde ao terceiro destilado mais consumido do mundo. Diante dessa demanda, torna-se um produto competitivo e marcado pela qualidade e segurança alimentar. No Engenho São Paulo, para elaborar a produção com total cuidado, o local mantém um laboratório de microbiologia próprio. Luciana Fernandes, engenheira responsável pelo laboratório, conta que, além da qualidade dos produtos,  também desenvolve pesquisas de novos produtos e o controle de todo o processo de fabricação . “Sempre investimos em pesquisas para melhorar continuamente nossa produção. Um exemplo disso é a levedura usada na fermentação. Ela foi selecionada por uma pesquisa onde estudamos qual seria a cepa de levedura ideal para nosso processo, para assim mantermos o nosso padrão de qualidade no decorrer das safras. Por sermos uma cachaça de alambique, somos classificados como processo artesanal, mas isso não quer dizer que não tenhamos todo o controle de qualidade e tecnologia aplicada ao processo. Nosso laboratório controla rigorosamente todas as etapas de produção”, explica Luciana.


Projeto social – Em 2012, o Engenho São Paulo fundou a escolinha de futebol “São Paulo Crystal”, que treina crianças de 6 até 18 anos. No início, acolhia filhos de trabalhadores e moradores do engenho, e hoje, inclui também crianças da cidade e da zona rural de Cruz do Espírito Santo, o que totaliza uma média de 200 alunos.

Além de incentivar a prática do esporte, ensinando futebol, o projeto funciona em parceria com a prefeitura e acompanha o rendimento escolar dos alunos, avaliando desde notas até comportamento e frequência escolar. Para Múcio Fernandes, a escolinha de futebol é um investimento para o futuro. “Além de proporcionar um ambiente e uma vida saudável, o esporte desenvolve valores como comprometimento, foco e disciplina. Investimos nesse projeto porque se não formarmos bons atletas, pelo menos estaremos formando bons cidadãos”, comenta.

A escolinha está em fase de expansão e futuramente terá filiais em João Pessoa, Guarabira, Campina Grande, Sapé, Patos e na zona urbana de Cruz do Espírito Santo.

A São Paulo em campo – Com o sucesso da escolinha, que passou a revelar diversos talentos, em 2017 foi fundado o time profissional de futebol, o “São Paulo Crystal” – com direito a alojamento, centro de treinamento, mascote e torcida. Desde a fundação, o São Paulo Crystal já reúne diversas conquistas. Foi vice-campeão no estadual sub 19 em 2017. Em 2019, foi campeão estadual do sub 15 e vice-campeão no sub 17 além de ser campeão da Copa Paraíba no sub 17.  Em 2020, a equipe fez bonito e subiu para a primeira divisão do campeonato paraibano e finalizou sua participação no estadual figurando entre os quatro finalistas da competição.

Para conhecer mais sobre a história e os produtos, o site é engenhosaopaulo.com.br/

Confira também os perfis:
@engsaopaulo
@cachaca.saopaulo
@cachacacaipira
@saopaulocrystalfc

Boteco Faaca: clientes vacinados ganham caldinho

Iniciativa foi destaque nacional

Para incentivar a vacinação contra a covid-19, diversas empresas estão apostando em ações para oferecer benefícios exclusivos aos clientes. O Faaca Boteco e Parrilla é um desses estabelecimentos. Até o dia 31 de agosto, ao comprovar pelo menos uma dose da vacina, o consumidor será presenteado na hora com um caldinho de feijão.  A ação é válida todos os dias da semana para consumação mínima de R$30.

Destaque  nacional – Com a iniciativa de prestigiar e beneficiar quem cuida da saúde, o Faaca João Pessoa foi destaque em uma reportagem no Jornal Hoje, da Rede Globo, como uma das empresas que investem em ações  para incentivar a vacinação entre os consumidores. Na oportunidade, o gerente da casa, Josival Bernardes, convida pessoenses e turistas a mostrarem o cartão de vacinação e degustarem o deliciosos caldinho em um dos botecos mais queridinhos da cidade.

Em João Pessoa, o Boteco Faaca fica localizado na Avenida Bananeiras, 80 – Manaíra. O horário de funcionamento é de segunda a quinta, das 17h às 22h, e de sexta a domingo das 12h às 00h. Para acompanhar as novidades, o Instagram oficial é @botecofaaca.

Ong Milagre Sertão lança campanha

Objetivo é construir dessalinizador no sertão

Em parceria com a ONG Engenheiros Sem Fronteiras, o projeto Milagre Sertão promove uma arrecadação online para instalar dessalinizadores solares na zona rural de Alto dos Cordeiros, no semiárido paraibano. O valor arrecadado na “Vakinha Sertão Potável” será investido em cinco equipamentos para proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da região. 

“O nosso propósito ao avaliar os projetos e parcerias é ter a certeza que estão alinhados à nossa missão e nossos valores. Com certeza, a construção dos dessalinizadores solares em Alto dos Cordeiros é uma iniciativa que nós acreditamos e defendemos enquanto ONG. Já tínhamos estudado outro modelo de equipamento, mas esse nos apresentou uma melhor tecnologia e resultados mais viáveis pra realidade do sertão. Estamos muito felizes pela oportunidade de encontrar esse projeto e unir o útil ao agradável”, diz Mariane Medeiros, coordenadora de projetos da ONG Milagre Sertão.

Com o investimento, será possível fornecer água potável para famílias que têm poços de água salobra ou salgada em casa, e que são dependentes da operação pipa para ter acesso a água doce. Considerada uma solução sustentável, a instalação dos dessalinizadores solares é capaz de eliminar o sal da água, tornando-a potável. Cada equipamento produz em média 16 litros de água, o que é suficiente para uma família de até 5 pessoas beber e cozinhar com segurança hídrica. Neste projeto, a estimativa é atender até 10 famílias ou 40 pessoas.

As ONGs Milagre sertão e Engenheiros Sem Fronteiras serão responsáveis pela elaboração e execução de todo projeto, desde o planejamento à construção dos equipamentos e entrega para a comunidade. Entre os envolvidos no projeto, estão Francisco José Loureiro, professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que compartilhou as primeiras orientações sobre o uso, a construção e desenvolvimento do projeto; Wanderley Feitosa Viana, graduado em agroecologia e responsável pelo acompanhamento e pela construção em campo dos dessalinizadores; e Robison Portioli, responsável por trazer o projeto para a ONG Engenheiros Sem Fronteiras – JP e por colaborar com a execução do planejamento, da campanha e da construção do projeto piloto de cinco unidades.

Como doar – Basta acessar o link da Vakinha Sertão Potável, que está disponível no https://www.vakinha.com.br/vaquinha/sertao-potavel . A meta é arrecadar R$10.500. O valor já inclui todo o material, mão de obra e logística para a construção dos equipamentos.

Outras maneiras de contribuir – Além da campanha, os interessados podem se cadastrar para se tornarem doadores mensais da ONG Milagre Sertão, comprar produtos artesanais da Lojinha do Milagre (https://lojinhadomilagre.iluria.com/) ou realizar doações avulsas por meio do aplicativo AME, pagseguro ou transferência bancária.

A ONG Milagre Sertão fica na Rua Antônio Rabelo Júnior, nº 81 Sala 01 e 02 – Miramar. Outras informações, no site milagresertao.org/, no (83) 3021-9891 e no insta @milagresertao.

PBTur e Expedição Advice Paraíba:

Nova etapa do mapeamento é no curimataú e seridó

Fotos: Marco Pimentel

Do litoral em direção ao sertão. Este é o roteiro da Expedição Advice Paraíba, que busca registrar, mapear e catalogar, através de fotografias, vídeos e depoimentos de moradores, as praias e rios do litoral da Paraíba, os engenhos e antigos casarões da região do brejo, e os sítios arqueológicos, trilhas e atrativos turísticos existentes no curimataú, seridó, agreste e sertão. A expedição tem apoio logístico da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) e da Secretaria de Estado da Comunicação Institucional, que ao final do projeto terá acesso às fotografias produzidas que serão incorporadas ao seu banco de imagens.
A equipe integrada pelo jornalista da PBTur, Agenilson Santana, o fotógrafo profissional e operador de drone Marco Pimentel e o diretor comercial da Advice, Beto Rabelo, iniciou nova etapa do projeto idealizado em 2018. O roteiro prevê uma visita a sete cidades do curimataú e seridó paraibanos. Serão visitadas as cidades de Picuí, Pedra Lavrada, Frei Martinho, Nova Palmeira, Baraúna, Barra de Santa Rosa e Sossego. O guia de Turismo de Picuí e integrante da Associação Trilha da Caatinga, Edson Calado, vai acompanhar a equipe.


A presidente da PBTur, Ruth Avelino, uma entusiasta da divulgação dos roteiros turísticos do interior do Estado, disse que é uma oportunidade única para a autarquia captar novas imagens das cidades das regiões. “Estamos atualizando nosso banco de imagens, inclusive com imagens aéreas feitas por um drone de última geração, que é disponibilizado para todos os meios de comunicação do Brasil e do exterior, agências de viagens e operadoras de Turismo. Sem falar que iremos conhecer novos roteiros como trilhas, inscrições rupestres e locais inexplorados que existem nessas cidades”, explicou

Beto Rabelo explica que o projeto nasceu em torno de um ideal, a partir de uma conversa com João Paulo Jurema, que é diretor executivo da Advice: Registrar, mapear, e divulgar todos os destinos com potencial turístico da Paraíba. “Queremos que todos possam desfrutar das verdadeiras riquezas da nossa terra. Existe algo especial nesse lugar. A nossa cultura, a nossa história, as belezas naturais que nos rodeiam,  além de toda a hospitalidade do nosso povo que faz dessa expedição uma grande oportunidade para que todos estejam profundamente conectados com a Paraíba”, afirma.

 “O Advice Paraíba é uma startup que nasceu com a missão de desenvolver o turismo paraibano, servindo como um facilitador. Ainda estamos em fase de desenvolvimento dessa ferramenta digital, que vai oferecer um ambiente perfeito para uma verdadeira conexão entre os turistas que querem desfrutar o melhor da Paraíba e os nativos que vivem do turismo local”, afirmou.


Contatos:
Site – https://www.adviceparaiba.com/#/Expedicao
Face – https://www.facebook.com/adviceparaiba/
Insta – https://www.instagram.com/adviceparaiba/
Youtube – encurtador.com.br/aHY38

W. J. Solha será homenageado no Fest Aruanda

O festival será realizado de 9 a 15 de dezembro

A organização do 16º Fest Aruanda anuncia que W. J. Solha – escritor, contista, roteirista, cordelista, produtor, dramaturgo, diretor, ator e artista plástico – será o homenageado da edição 2021. Ele receberá o Troféu Aruanda pelo conjunto da obra e pela passagem de seus 80 anos, neste ano. O festival será realizado de 9 a 15 de dezembro de forma híbrida, na rede Cinépolis, no Manaíra Shopping, e transmitida on-line pela Plataforma Aruanda Play. As inscrições para os concorrentes estão abertas até 20 de setembro.

Sobre a decisão do festival pela homenagem, Solha se pronunciou por meio de um texto enviado à produção do evento em que afirmou em tom bem-humorado: “Bom, é a primeira vez que faço 80 anos e está cedo ainda pra dizer alguma coisa a respeito. Mas ao saber – através de Lúcio Vilar – dessa homenagem do Fest Aruanda, pela data, começo a pensar que tudo valeu a pena e – mais ainda -, ir em frente. Caramba, como foi bom ver minha antiga cria literária, ‘A Canga’, virar o grande curta de Marcus Vilar e ser o velho camponês desesperado pela miséria, de seu filme!”. 

Sobre o fato de ter sido dirigido por Kleber Mendonça, reiterou a importância do filme, premiado e coroado pela crítica, além de outras experiências que precederam o longa-metragem pernambucano: “Que grande experiência ter participado – como rico empresário pernambucano – do elenco de ‘O Som ao Redor’, do Kleber Mendonça Filho! Como foi gostoso ter sido o dono do casarão do pai de Ariano Suassuna, no ‘Antoninha’ de Laércio Filho. Como valeu a pena ter produzido – com José Bezerra Filho e o povo de Pombal – o primeiro longa paraibano de ficção, ‘O Salário da Morte’, do Linduarte Noronha, em que fiz o papel de matador de aluguel, quando, na vida real, acabara de escapar de um!”, relatou. 

Solha tem vários romances, alguns premiados nacionalmente, como “Israel Rêmora”, “A Batalha de Oliveiros” e “Relato de Prócua”, além de  vários poemas longos, dos quais o último – “Vida Aberta” foi finalista do Jabuti, e “História Universal da Angústia”, finalista em 2006, com prêmio da União Brasileira de Escritores, do Rio, do mesmo ano. 

Como ator teatral, foi Pilatos por três anos no “Auto de Deus”,  de Everaldo Pontes e, na tela grande, obteve o prêmio de melhor ator coadjuvante pelos trabalhos nos longas “Era uma vez eu”, “Veronica”,  de Marcelo Gomes (Festival de Brasília de 2012), e em “O som ao redor”, de Kleber Mendonça Filho ( Festival de Porto Alegre 2013 ). 

Marcou-o bastante o trabalho no curta “A Canga”, de Marcus Vilar e a produção – com José Bezerra Filho e o povo de Pombal, do primeiro longa paraibano de ficção em 35 mm, “O Salário da Morte”, dirigido por Linduarte Noronha, em 69. Nestes próximos dias, será lançado seu tratado poético-filosófico “1/6 de laranjas mecânicas, bananas de dinamite”, pela Arribaçã, de Cajazeiras.

Serviço: 

16ª Edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Data: De 9 a 15 de dezembro de 2021

Inscrições e informações: www.festaruanda.com.br e instagram @festaruanda 

Local: Cinépolis (Manaíra Shopping)

Tem teatro infantil neste sábado, 28

“Trocam-se histórias por brincadeiras” será apresentado no Teatro Ednaldo do Egypto

O espetáculo “Trocam-se Histórias por Brincadeiras”,  peça dirigida e atuada por Edilson Alves, que vive o palhaço Dengoso ao lado de seu afilhado Pitoco, interpretado por Matheus Henrique. Serão duas apresentações com abertura da Bandinha de Circo JP, no sábado, 28, e domingo, 29, às 17h, no Teatro Ednaldo do Egypto. Mesmo em tempo de pandemia, o velho Dengoso e Pitoco continuam contando histórias e ganhando brincadeiras: o espetáculo constrói um universo interativo, dinâmico e lúdico. Dengoso é um palhaço aventureiro, que anda em parceria com seu sobrinho Pitoco, um garoto  curioso, músico e brincalhão. Andando de cidade em cidade, rua por rua, palco por palco, os dois trocam suas histórias por brincadeiras.

Desde o início da pandemia, em março do ano passado, esta é a primeira vez que os teatros puderam reabrir as portas e receber público. A autorização para a realização de espetáculos presenciais foi dada pela prefeitura de João Pessoa no final de julho.O diretor do espetáculo, Edilson Alves, comemora a volta. “Eu não estou me cabendo. A expectativa para esse  momento já era bastante esperada. A  pandemia  trouxe muito sentimento de solidão, de criação e esperança, acho que faremos um retorno lindo, trazendo de volta o sentimento de alegria, emoção e diversão, sem contar que na abertura do espetáculo a Bandinha de Circo JP que já toca na Paraíba há muitos anos, diz o diretor e ator do espetáculo.

De acordo com a diretora do teatro, Letícia Rodrigues explicou que todos os cuidados preventivos contra a Covid-19 foram tomados, como a venda de ingressos para somente 50% da capacidade do teatro. “A equipe foi toda testada, a platéia toda com máscara distanciamento. Vamos fazer com todo cuidado do mundo para passar segurança para as pessoas”.

O espetáculo 

Trocam-se histórias por brincadeiras, já participou de vários festivais de teatro, temporadas em São Paulo, Ceará, Pernambuco, além da  Paraíba, agora  as  pessoas terão a chance de se divertir novamente com o espetáculo que é  muito interativo com o público. Formada há 23 anos na companhia “Arretado Produções Artísticas” trabalha o lúdico através da arte cênica, tendo como foco principal o teatro infantil.

Serviço

Espetáculo “Trocam-se histórias por brincadeiras”

Abertura Bandinha de Circo JP

Sábado (28) e Domingo (29), 17h

Teatro Ednaldo do Egypto Av. Maria Rosa, 284 – Manaíra

Ingressos: R$ 20 inteira | R$ 10 meia

Os ingressos podem ser comprados pelo telefone (83) 99981-6520 ou através do PIX 083998493844 ou ainda na bilheteria do teatro no próprio dia (se ainda houver).

OBSERVAÇÃO- SÓ SERÃO 80 INGRESSOS POR DIA (50% da capacidade do teatro, obedecendo ao decreto municipal)

O RioMar Casa 2021 abre nesta quinta, 26

E mostra a experiência da nova casa brasileira

Referência no setor, a mostra de arquitetura e decoração RioMar Casa, será aberta nesta quinta-feira, 26, e vai até 26 de setembro, no Piso L3 do Shopping RioMar, no Bairro do Pina, no Recife. A essência da arquitetura e da decoração é transformar espaços para o conforto e o bem estar das pessoas. Com este tema, o evento apresentará a diversidade do jeito de morar do brasileiro de forma universal e contemporânea. Do campo à praia, passando pelas metrópoles, a casa brasileira se reinventa.

A partir deste tema central, a mostra torna-se uma plataforma de negócios para todos os setores. A “casa”, é o mote que congrega no seu entorno uma forte indústria de consumo para o décor, moda, gastronomia, veículos, imóveis, tecnologia, hotelaria e muito mais.

De acordo com a jornalista Carlota Guerra, curadora da RioMar Casa, o evento propõe a experiência e convivência das pessoas com o universo da arquitetura, um fluxo de visitação com espaços humanizados, inspirados em um boulevard amplo e aprazível, permitindo que se integre ao mall do shopping RioMar. “Ofereceremos ambientes dinâmicos, com entrada gratuita e mil possibilidades de conhecimento do universo casa, escritório, negócios e hotelaria, através de projetos modelo”, destaca.

São projetos modelo de flats, adegas, bares, varandas gourmet, cozinhas, cafés e muito mais. Um dos destaques é a Adega da Entrevinhos, em 30m2, que terá serviço à disposição do público. O projeto é do designer de interiores Tony Pedrosa. “Nosso diferencial está em gerar experiências para os clientes. É isso que pretendemos fazer durante os 30 dias do evento, quando teremos sempre um sommelier à disposição do público, proporcionando experiências enogastronômicas na nossa adega gourmet”, diz Eduarda Figueiredo, sommelier e sócia da Entrevinhos. 

Já o Flat Sossego, inspirado no nosso litoral, foi criado por Wagner Melo e Maiza Neri, da Ême Arquitetura. “Usamos materiais que remetem à praia, como a própria areia que será encontrada nas texturas das paredes e no piso todo em granito com acabamento matte. A ideia é oferecer ao hóspede sensações como, por exemplo, ficar de pés descalços como se tivesse pisando na areia da praia”, detalha Wagner Melo. Também estão sendo desenvolvidos espaços especiais, como a Casa de Vidro, da empresa Sanvidro, que contará com lançamentos inéditos.

Garagem Office Projeto Villar e Freire Arquitetura

Outra marca de destaque na mostra é a Evviva Bertolini, especializada em móveis planejados para todos os tipos de ambientes. A marca possui opções para cozinhas, dormitórios, salas, áreas de serviço, banheiros, escritórios e ambientes corporativos – soluções exclusivas com os pilares da inovação, personalização, elegância e conforto. São propostas inteligentes elaboradas para atender com excelência às necessidades do dia a dia.

Focada também no segmento corporativo, a mostra apresentará os lançamentos do setor em espaços especiais com o melhor da arquitetura comercial, da tecnologia, inovação e será o ponto de encontro dos interessados no setor. Um Lounge Cinema da empresa Zafiro, especializada em tecnologia de áudio e vídeo será o centro das atenções e palco de grandes encontros e lançamentos, com projeto do arquiteto Kleber Carvalho. Outro destaque é o Quintal Office, projeto do escritório Morais Amaral, com 50m2 e que apresentará um modelo inédito de espaço coletivo de trabalho.

“Este ano, enfrentaremos o desafio da retomada dos negócios do setor em uma planta de 2.000 m2, com 45 projetos de arquitetura e decoração e a inédita participação da indústria em espaços próprios. A RioMar Casa cresceu e ampliou sua participação no mercado como a única mostra e feira de negócios em seu formato no Brasil”, conclui Carlota Guerra. A RioMar Casa vai funcionar no horário de funcionamento do shopping.

0FãsCurtir
0SeguidoresSeguir
22,800InscritosInscrever
- Advertisement -
Google search engine

Não Perca de vista