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Boticário lança Zaad Artic inspirado na natureza da Islândia

Lançamento já está a venda nas lojas da marca

A terra fértil da região vulcânica e ártica da Islândia foi a inspiração do perfumista parisiense Clement Gavarry (Firmenich) em sua criação para O Boticário – no lançamento do Zaad Arctic – uma fragrância amadeirada cítrica inspirada na beleza inebriante dos contrapontos da terra do gelo e do fogo.

Segundo César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, Zaad é a linha de fragrâncias criada para representar o explorador que desbrava novos destinos como forma de se encontrar. As inspirações das fragrâncias de Zaad têm sofisticação, notas que instigam a vontade de explorar o mundo e a liberdade em comum. “A cada novo cenário, novos cheiros que marcam aquela experiência. Para Zaad Arctic, nosso time de parceiros e experts embarcou numa expedição rumo à Islândia.

A natureza em estado bruto inspirou os experts a desenvolverem o acorde de “água glacial” que, combinado com o calor do âmbar e a força das notas amadeiradas, como o musgo do carvalho, transmite todo o impacto da beleza singular dessa região”. A criação traz o frescor de tonalidades frias, nuances cítricas e aromáticas, contrastando com a assinatura elegante das madeiras, tendo um produto moderno e envolvente. A fragrância conta com o acorde de águas glaciais, notas de bergamota, grapefruit e pimenta na saída. Já o corpo é composto por nuances de chá preto, cipreste e gerânio, enquanto o fundo tem notas de cedro, âmbar e musgo de carvalho.

Zaad Arctic já pode ser encontrado em todas as lojas físicas e no e-commerce da marca, além do aplicativo do Boticário, disponível para as versões Android e iOS. Também é possível fazer pedidos via WhatsApp pelo número 0800 744 0010 – número oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo endereço boticario.com.br/encontre

Orquestra Sinfônica da Paraíba faz homenagem às festas juninas

Concerto será nesta quinta, 25, no Espaço Cultural

Orquestra Sinfônica da Paraíba apresenta, nesta quinta-feira,  25, o 3º concerto oficial da temporada 2023, e faz uma homenagem à cultura nordestina, especificamente às festas juninas, com a execução de “Terno de Pifes para Orquestra Armorial”, do compositor, pianista e regente pernambucano Clóvis Pereira. A programação também inclui músicas de Gounod, Piazzolla e Beethoven. O concerto começa com a “Petite Symphonie”, do francês Charles Gounod, famoso principalmente por suas óperas e músicas religiosas. Depois, será a vez da música armorial “Terno de Pifes”, de Clóvis Pereira, brasileiro nascido em Caruaru (PE), que é compositor de frevos, caboclinhos, maracatu, obras para coro e orquestra e de peças para orquestra sinfônica. O concerto seguirá com a presença do clarinetista da Orquestra Sinfônica da Paraíba, Alphonsos Silveira, na execução de “Allegro Tangabile para Clarinete e Cordas”, do bandoneonista argentino Astor Piazzolla, considerado o compositor de tango mais importante da segunda metade do século XX. O grande final dessa apresentação da OSPB será a “Sinfonia nº 3, Op. 55 (Eroica)”, de um dos maiores nomes da música erudita mundial, o compositor alemão Ludwig van Beethoven.
O maestro também fará outra homenagem nesse concerto, que será na data da liberdade da Argentina. “É uma das duas datas nacionais da Argentina, que comemora o dia em que a Argentina ficou livre da colonização espanhola, que foi 25 de maio de 1810. Como coincide com o nosso concerto, eu decidi fazer uma obra argentina. Então, vamos fazer a Allegro Tangabile, do famosíssimo Astor Piazzolla, que vai ser executada pelo solista clarinete Alphonsos Silveira, acompanhado das cordas. Essa vai ser a formação: só clarinete e cordas”, explicou o maestro Paco. A apresentação começa às 20h30, com regência do maestro Gustavo de Paco de Gea e a participação, como solista, do clarinetista Alphonsos Silveira. Não é cobrado ingresso para os concertos da Orquestra Sinfônica da Paraíba e da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba. Idosos, cadeirantes e demais pessoas com dificuldade de locomoção têm entrada acessível na lateral da Sala de Concertos, ao lado do palco da Praça do Povo

Forró do Cafuçu terá Chameguinho do Forró, Claudinha Summer e Forró nos Trinques

Neste sábado, 27, no Bar da Buchada, a partir das 16h

O Forró do Cafuçu está de volta e promete muita inovação com muita música e irreverência características do Bloco. Neste sábado, 27, a partir das 16h, no Bar da Buchada, localizado no Altiplano Cabo Branco, o Forró do Cafuçu 2023 vai ter como atrações o Trio Chameguinho do Forró, Forró nos Trinques com participação de Pedro Paz e Mayra Montenegro e a DJ Claudinha Summer.

O Bloco do Cafuçu realiza diversos eventos além do famoso desfile no período pré carnavalesco de João Pessoa, mas o Forró do Cafuçu não acontecia desde 2014. A expectativa é grande para o retorno A abertura dos portões será às 16h. O Bar da Buchada tem área aberta e fechada para acomodar com conforto os casais que vão dançar, e tem ainda um espaço para crianças, com parquinho.

A organização informou que as pessoas estão livres para irem vestidas de matuto, de cafuçu ou como queiram. O importante é que a festa seja uma celebração da alegria e da vida.

Programação – O trio Chameguinho do Forró é conhecido por apresentar o legítimo forró pé de serra com músicas consagradas e também autorais. O Forró nos Trinques vai ter a participação de Pedro Paz, Mayra Montenegro e Sandra Belê. No repertório, os antigos e deliciosos xotes, baiões e xaxado aos clássicos das bandas como Mastruz Com Leite e Magníficos. Outra atração é a DJ Claudinha Summer que já preparou o repertório especial que vai incluir os clássicos de Luiz Gonzaga, Assizão, indo até Marinês, Elba, a sofrência, o piseiro com  João Gomes e Zé Vaqueiro. A DJ está animada e disse que “ vai faltar tempo pra nosso repertório gigante”.

A primeira edição do Forró do Cafuçu aconteceu no antigo Clube Jangada, no Cabo Branco, na primeira metade da década de 1990. Depois circulou pelos bares da cidade, e o se fixou na casa grande (antigo engenho) do Centro Cultural Piollin, a partir de 2012, onde foi realizado até 2016. O evento é marcado por muita alegria, animação e, sobretudo, descontração, marca registrada do Bloco. Os ingressos estão a venda no endereço www.ontickets.com.br ou na bilheteria do Bar e Restaurante da Buchada Rua Des. Jose De Farias, 130 – Altiplano Cabo Branco, João Pessoa – PB, 58046-41

Começa nesta segunda, 22, Festival de Cultura Cigana

Janinhar oferece vasta programação, em Sousa

Até o próximo sábado, 27, no município de Sousa, acontece o  Festival Janinhar – arte, cultura e conhecimento cigano. O evento vai promover  apresentações artísticas de música, teatro e dança, além de gastronomia regional, além de rodas de diálogo sobre valorização e pertencimento. O evento é uma ação integrada à política pública do Governo do Estado voltada para as comunidades tradicionais, onde se insere o povo cigano, presente em comunidades fixadas em várias cidades.

O Brasil tem o 2º maior número de ciganos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e na cidade de Sousa, é onde reside a maior comunidade cigana do país e uma das maiores da América Latina. São mais de duas mil pessoas que habitam a região há mais de 40 anos, por isso a decisão do Governo de realizar lá o Festival Janinhar, cujo nome, na língua calon, significa sabedoria e conhecimento.

O Festival está sendo realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult-PB), em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher e Desenvolvimento Humano, Prefeitura de Sousa, Fundação de Cultura de Sousa e o Grupo Teatro Oficina.

Para Pedro Santos, secretário de Estado da Cultura da Paraíba, a edição deste ano do Festival Janinhar reafirma o compromisso do Governo do Estado com as comunidades tradicionais da Paraíba. “Reverenciamos os povos ciganos à medida que construímos, junto às comunidades, o protagonismo que elas merecem. Sousa tem uma das maiores comunidades ciganas da América Latina e isso é um orgulho para nós. Os ciganos têm, naturalmente, uma veia artística riquíssima em suas mais diversas linguagens. O Festival Janinhar dá visibilidade a todo esse talento e a nossa gestão segue comprometida com o sucesso dessa ação em seus mínimos detalhes”, afirmou o secretário. 

 “A relevância do Festival é mostrar à sociedade que temos uma cultura rica e muita coisa pode melhorar para o povo cigano, a partir disso. A começar da forma como nos vêem”, avalia Francisco Alfredo Maia, o Sidney Cigano, que é presidente da Comunidade Vicente Vidal de Negreiros. “Espero que o Festival seja fixo, em calendário anual”.

Antônio Marco, o Djangão Cigano, lembra que os ciganos compõem o povo brasileiro e precisam ser vistos a partir desse foco. “O Festival nos tira do anonimato e deve resultar em coisas boas para a comunidade. É isso que nós esperamos”.

“Ainda somos engolidos pelo preconceito, por isso o Festival é importante, para que a sociedade conheça e compreenda nossa cultura”, diz Cícero Romão Batista, o Maninho Cigano, outra liderança dos ranchos em Sousa. Ele aplaude a ação do Governo do Estado e acredita que o Festival Cigano tende a crescer nas próximas edições.

“Vai expandir a mostra dos nossos talentos”, opina Chico Cigano, enquanto Francisco Vidal Pereira, ou Nestor como é conhecido nos ranchos, afirma que a atração nacional prevista para a programação do Festival contribuirá muito para a divulgação dos povos ciganos da Paraíba.

Ele também acredita que a presença das autoridades no evento conferem aos ciganos a importância social que reivindicam. Nestor é presidente do Centro Calon de Desenvolvimento Integral, uma ONG instalada nas comunidades ciganas de Sousa.

A programação

Neste ano, o festival cigano terá apresentações das recém criadas Companhia Cigana de Dança e Orquestra Cigana de Violões. O evento acontecerá nos ranchos ciganos de Sousa, em celebração ao dia de Santa Sara Kali, que é a padroeira desses povos.

22/5 – segunda-feira

17h30 – Abertura – na Escola Estadual Celso Mariz

23/5 – terça-feira

COMUNIDADE RAIMUNDO DOCA BENEVIDES GADELHA

9h às 12h – Oficina ‘Sou dono do meu nariz’ – Técnicas de Palhaço (Cia Lua Crescente)

17h30 às 18h30 – Espetáculo ‘O Circo do Cara de Clown’ (Cia Lua Crescente)

24/5 – quarta-feira 

COMUNIDADE VICENTE VIDAL DE NEGREIROS

9h às 12h – Oficina ‘Trinca, mas não quebra’ (Acate)

17h30 às 18h30 – Espetáculo de Teatro ‘Trinca, mas não quebra’ (Acate)

25/5 – quinta-feira

COMUNIDADE OTÁVIO MAIA

9h às 12h – Oficina ‘A Turma do João Redondo’ (Cia Beradeiros em Cena)

17h30 às 18h30 ‘Espetáculo de Dança ‘A Turma do João Redondo’ (Cia Beradeiros em Cena)

26/5 – sexta-feira

COMUNIDADE PEDRO BENÍCIO MAIA

9h às 12h – Oficina ‘O Palhaço da Perna de Pau’ (Grupo Teatro Oficina)

17h30 às 18h30 – Espetáculo ‘O Palhaço da Perna de Pau’ (Grupo Teatro Oficina)

27/5 – sábado

PONTO DE REFERÊNCIA: ESCOLA ESTADUAL CELSO MARIZ

16h – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Sidney Cigano – cantor

16h10 – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Adiá Ua – dança

16h20 – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Thiago Oliveira – cantor

16h30 – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Meu Coração Cigano – dança

16h40 – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Jesus Cigano – cantor

16h50 – Rancho 1 – Com. Vicente de Negreiros – Francisco Reis – cantor

17h00 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha – Canabrava e Bela – cantor/dupla

17h10 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha – Francisco Silva Tavares – cantor

17h20 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha – Maria da Conceição Cabral – dança

17h30 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha – Cicero Abrantes – cantor

17h40 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha Maria Sofia – dança

17h50 – Rancho 2 – Com. Raimundo Doca B. Gadelha Bernardo e Emanuel – cantor/dupla

18h00 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Adão Cigano – cantor

18h10 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Cesar Soraio – cantor

18h20 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Romeu Calon – cantor

18h30 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Amor Cigano – dança

18h40 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Alegria Cigana – dança

18h50 – Rancho 3 – Comunidade Otávio Maia – Los Ciganos – dança

19h – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia – Antônio Marques da S. Mariz – cantor/grupo

19h10 – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia – Bodé Cigano – cantor

19h20 – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia – Thalia – dança/grupo

19h30 – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia Margarida – dança/grupo

19h40 – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia – Marcilânia Alcântara – dança/grupo

19h50 – Rancho 4 – Comunidade Pedro Benicio Maia – Marcelo e Gradival – cantor/dupla

20h – Estreia da Companhia Cigana de Dança  

20h30-  Estreia da Orquestra Cigana de Violões  

21h – Ronaldo Cigano 

21h30 – Cilole  

23h – Almir Bezerra (ex The Fivers) e banda

Entrevista com a chef Eliane Régis, parte 2.

Ela defende as feiras livres, o produto local e fala da Rota Gastronômica do Brejo.

Gastronomia é turismo também e por isso é tão importante a valorização de toda a cadeia que promove a gastronomia paraibana, desde a produção até a venda nos mercados. Para a chef Eliane Régis as feiras livres deveriam ser um espaço de valorização da nossa culinária e ser um ponto de visitação turística. Ela também fala sobre a importância da utilização de ingredientes regionais e da participação na elaboração da Rota Gastronômica do Brejo. Acompanhe a segunda parte desse bate papo incrível com o portal Mais Turismo e Cultura.

– Os mercados públicos e feiras são muito turísticos em todos os lugares, mas aqui na Paraíba eles não são cuidados. Percebe isso?

. A feira de Campina Grande é tombada como Patrimônio Cultural, mas está em condições horríveis, um local onde a gente respira cultura, história, poesia. Como eu posso levar turistas para uma feira que não tem como receber ninguém? Poderia ter uma praça, onde pudéssemos provar um caldo de mocotó, uma favada, saber da história da feira. Fico muito triste porque quando as pessoas de fora vem na feira ficam decepcionadas. Os feirantes pedem socorro. É preciso olhar por eles e por nós porque a feira tem tudo para ser um belíssimo e rico cartão de visitas.

– Você recebe apoio para representar a Paraíba nos eventos nacionais de gastronomia?

. Eu moro em Campina Grande e nunca consigo apoio de passagem aérea,  hospedagem,  para representar a Paraíba e, às vezes, deixo de participar. Mesmo embaixadora da gastronomia da Paraíba sinto falta de apoio. Envio solicitação, comprovantes dos convites e eventos, mas nunca tenho apoio.

– Você esteve em alguns município do brejo realizando oficinas para formatar a Rota Gastronômica do Brejo. Me fala mais sobre esse projeto.

–  A minha participação na Rede de Agentes de Roteiros Turísticos, um programa piloto do Sebrae Nacional criado pela LAB Turismo, que foi aplicado em 19 estados da federação por meio do Sebrae das UFs se deu a convite da jornalista e consultora de turismo, Alessandra Lontra. A empresa dela, a Ale Lontra Comunicação, Turismo e Consultoria foi contratada para atuar na consultoria e formatar a Rota Gastronômica do Brejo. A consultoria foi realizada nos quatro municípios escolhidos pelo Sebrae (PB): Bananeiras, Solânea, Areia e Pilões, com a colaboração do Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo, utilizando a produção associada ao turismo, a economia criativa, a cultura do lugar, tornando a Rota Gastronômica uma oferta turística diferenciada e criativa.

– Quais foram os desafios ?

– Um dos desafios da rota foi utilizar a Economia Criativa na gastronomia. Como a Alessandra Lontra já havia contribuído para o Programa Nacional de Turismo Gastronômico do Ministério do Turismo, ela trouxe o conceito do souvenir gastronômico para dentro da Rota Gastronômica do Brejo. No Turismo, uma das formas de se observar a Economia Criativa é por meio da produção do souvenir gastronômico. Esse produto, quando fabricado no local ao qual faz referência, tem a capacidade de transmitir a cultura do seu entorno para o turista. Com isso, essa produção será agregada à criatividade do seu produtor aliada às características culturais da região. Isso auxilia na valorização e preservação do saber-fazer desse povo. Sendo assim, incentivamos os participantes da Rota Gastronômica do Brejo a criarem um produto ou um prato que irá compor um catálogo que servirá como um souvenir gastronômico, que é uma das formas de valorização, preservação e promoção da cultura local por meio do resgate de receitas e métodos de produção artesanal.

. Existe uma riqueza de produtos nativos pouco utilizados e que você defende muito…

– Como eu trabalho com ingredientes nativos do bioma brasileiro, a partir desse conceito, numa visita técnica ao município de Areia, identifiquei que havia muitos pés de jatobás ao longo da PB 079, estrada que dá acesso a Comunidade Rural Chã de Jardim. Sugeri fazer uma oficina de beneficiamento da farinha de jatobá para todos os interessados. A oficina despertou o interesse dos bares e restaurantes e os cozinheiros e chefs foram criando pratos a partir da farinha de jatobá, além de utilizar a própria farinha que se tornou um produto que está sendo comercializado em Areia, Bananeiras e João Pessoa. Como resultado final da Rota Gastronômica do Brejo, incentivamos os donos de bares e restaurantes a utilizarem os produtos locais paraibanos, a criação de pratos criativos e resgatamos algumas receitas afetivas.

. Foi criado um  “Catálogo de Comidas Afetivas e Criativas”.  Como é?

– No Catálogo, além das receitas utilizando ingredientes paraibanos , também será disponibilizado o contato dos produtores locais, o tipo de produto que eles oferecem e o contato dos guias de turismo e dos condutores locais. O Catálogo da Rota Gastronômica do Brejo será distribuído, de forma online, para as principais operadoras e agências de turismo da Paraíba e do Brasil e, com isso, pretendemos atrair turistas que buscam destinos com boa gastronomia e assim, aumentar a competitividade do Destino Brejo por meio da Rota Gastronômica. Foto: Ananias

Artesanato paraibano participa de feira internacional em Santa Catarina

Feincartes acontece até dia 28, no Centro de Convenções

O artesanato paraibano está participando da 9ª Feira Internacional de Artesanato e Decoração (Feincartes), que está sendo realizada até o dia 28, em Florianópolis, Santa Catarina.  Estão expondo diversos produtos genuinamente paraibanos um grupo de artesãos do Programa do Artesanato Paraibano (PAP)/Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico (Setde) A iniciativa, do Governo do Estado ocorre em parceria com o Sebrae-PB, levou 10 artesãos paraibanos que estão incluídos nos mais de 230 expositores da Feincartes, vindos de vários estados brasileiros e mais 15 países. O evento está em sua nona edição na capital catarinense. A estimativa é que o volume de negócios gerados supere os R$ 100 mil.

O algodão colorido da Paraíba é destaque e sucesso nas feiras

A secretária estadual do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas, ressalta que a participação em um evento desse porte vai além da geração de renda. “Este evento é mais uma oportunidade para os nossos artesãos e artesãs. Não apenas de bons negócios, mas, acima de tudo, com relação à visibilidade do artesanato paraibano que, com os investimentos do Governo do Estado, não pára de evoluir, sem deixar de ser genuíno, o que garante ao segmento admiração e, como resultado, a abertura de diversas portas na Paraíba e também lá fora”.

A gestora do Programa do Artesanato, Marielza Rodriguez, também ressaltou a importância da participação  “A intenção do nosso programa em participar da Feincartes foi abrir novos horizontes para os artesãos da Paraíba. Nunca havíamos antes participado de feiras no sul. Viemos fazer essa experiência e acessar o mercado consumidor da região, e temos a expectativa de que responda positivamente”, disse.No estande de 50 metros quadrados, estão expostos produtos de algodão colorido, tecelagem, labirinto, cerâmica, macramê, crochê, metal e renda renascença.

SERVIÇO — A Feincartes acontece de 20 a 28 de maio, no Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul), localizado na avenida Gustavo Richard, n° 850, no Centro da capital catarinense.

O horário de visitação é das 15h às 22h. A entrada custa R$ 10. Acima de 60 anos pagam meia-entrada e crianças menores de 12 anos, acompanhadas dos responsáveis, não pagam.

“Divino Amor que transforma”: encontro para mulheres católicas

Evento acontece dia 10 de junho e ingressos no sympla 

A Comunidade Católica Missionária Porta do Céu, localizada no Bessa, em João Pessoa, com apoio da loja Divino Amor está organizando um Encontro Católico para Mulheres com o tema “Divino Amor que transforma”. O evento acontecerá no dia 10 de junho, a partir das 14h, no Hardman Hotel, em Manaíra. 

O intuito do encontro é proporcionar um momento especial para as participantes se  conectarem com sua fé e refletir sobre a virtude de amar e ser amada. Além de ministrações sobre espiritualidade, o evento também abordará o tema central à luz da psicologia. 

” Nossa expectativa é que as mulheres possam se sentir acolhidas, desfrutando desse momento único para cada uma que fizer parte, além de ser um momento que espiritualidade e psicologia, será um momento de interação também”, revela Cibelle Aciolly, uma das organizadoras do evento e sócia da Divino Amor.

O encontro contará com a presença da fundadora da comunidade, Kathiane Cruz, e com a participação especial da renomada cantora católica Ziza Fernandes, cuja música e presença inspiram e encantam os cristãos ao redor do país. Para elevar ainda mais a atmosfera de adoração, a ministração e o louvor do encontro será com a cantora católica Rafaela Maria. 

Os ingressos para o encontro estão disponíveis no sympla (https://www.sympla.com.br/evento/encontro-catolico-para-mulheres/1990777), no valor de R$120.

Titãs celebra os 40 anos da banda

Show no Espaço Cultural será dia 1° de junho, às 19h30

Celebrando os 40 anos da banda, a turnê Titãs Encontro chega à João Pessoa no dia 1° de junho, no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, pontualmente a partir das 19h30. O espetáculo, que tem emocionado o público por onde passa, reúne os sete integrantes da formação original do grupo: Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto.

Os bilhetes podem ser adquiridos no site Eventim ou nas Lojas Skyler nos Shoppings Manaíra, Mangabeira, Tambiá e na loja da Av. Ruy Carneiro e variam de R$90,00 a R$280,00. Os portões serão abertos a partir das 17h30 e os organizadores pedem que o público chegue cedo, pois o show começará pontualmente às 19h30.

Titãs Encontro é uma grande celebração, um marco na música e no rock brasileiro, que tem a proposta de visitar a reconhecida criação artística dos sete integrantes sem deixar de lado a inventividade e a criatividade que a banda sempre levou às apresentações. “O que nos motiva a fazer essa reunião é a alegria de nos encontrar e de nos apresentarmos para uma grande parte do público que nunca viu a banda reunida, além de levar ao palco toda a energia que sempre tivemos, compartilhando isso com os fãs”, explica Paulo Miklos.

Formado em 1982, em São Paulo, o grupo encontra na turnê Titãs Encontro a potência  e conectar diferentes gerações de fãs. “Essa turnê é uma oportunidade de tocar junto com os amigos com quem criei músicas magníficas. E tocar para diferentes gerações representa justamente a força da obra dos Titãs. Será emocionante, inclusive, tocar ao vivo para meus filhos, porque três deles não viveram isso”, comenta Nando Reis.

Com o repertório marcado por hits titânicos das fases em que se apresentavam com todos os integrantes originais, o show levará ao público canções interpretadas pelos diferentes vocalistas da banda e que mantêm sua dimensão e a relevância artística ao longo dos anos. “Nossas músicas mais antigas envelheceram muito bem. Não são circunstanciais. Até porque falamos de questões que dificilmente são ou serão superadas, com muita propriedade. Fizemos músicas sobre questões sociais, de amor, de reflexões sobre a vida. Todas têm uma qualidade que permitiu que sobrevivessem ao tempo”, analisa Sérgio Britto.

O Titãs Encontro também dará um importante destaque ao guitarrista do grupo Marcelo Fromer, que morreu em 2001. Para além da homenagem inerente às composições e interpretações propostas pela banda nesta turnê, o encontro contará com a presença da filha do artista, a também cantora Alice Fromer, em participação especial. (Foto: Bob Wolfeson)

Serviço: 

Titãs Encontro em João Pessoa

Data: 1º de junho

Horários: 

17h30 – abertura dos portões

19h30 (em ponto) – início do show 

Local: Espaço Cultural José Lins do Rego

Endereço: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800 – TambauzinhoVendas Online:Eventim

Quais os livros brasileiros mais vendidos ?

Literatura brasileira cresce em seis meses de 2023

Se em janeiro de 2023 eram apenas três os livros de escritores nacionais que ocupavam os dez primeiros lugares da lista de mais vendidos do PublishNews, um dos principais portais do mercado do livro no Brasil, o número dobrou durante os primeiros cinco meses do ano.  

Fevereiro registrou cinco obras de autores brasileiros entre os 10 mais vendidos, março se manteve. Em abril foram seis e, em maio, o número segue o mesmo até o momento.

Os livros brasileiros mais vendidos este ano são:

Onde estão as flores, de Ilko Minev

Café com Deus pai, de Junior Rostirola

Salvar o fogo, de Itamar Vieira Junior

Tudo é rio, de Carla Madeira

Nunca foi segredo, de Padre Reginaldo Manzotti

Em mim basta!, de William Sanches. 

Segundo Lilian Cardoso, especialista no mercado literário, este crescimento é um reflexo da profissionalização dos escritores nacionais. Ela explica que um dos fatores responsáveis por impactar na preferência dos leitores brasileiros pelos livros internacionais é o marketing: as obras já são amplamente divulgadas lá fora antes mesmo de chegarem ao Brasil. “Os autores nacionais estão aprendendo a fazer o mesmo por aqui. Histórias ótimas e bem escritas que antes não seriam lidas, agora ganham espaço entre o público”, argumenta a especialista.  

Cefaleia tem tratamento e não deve ser negligenciada

No Dia Nacional de Combate, médico alerta para os cuidados com a doença

Cerca de 140 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de dor de cabeça, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia. A doença é uma das sete mais incapacitantes do mundo e é o quarto motivo mais frequente de consultas em unidades de urgência. Por isso, merece atenção para o correto tratamento e controle. E para sensibilizar a população, a data de 19 de maio passou a ser o Dia Nacional de Combate à Cefaleia, doença que é tratada em ambulatórios específicos em vários hospitais vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), beneficiando milhares de pacientes.

Cefaleia é o termo técnico utilizado para dor em qualquer parte da cabeça. Existem mais de 100 tipos delas. “As cefaleias podem ser primárias (aquelas oriundas de uma predisposição genética e são consideradas doenças, como a enxaqueca) ou podem ser secundárias (quando são sintomas decorrentes de outro fator como doenças, uso de medicamentos ou exposição a substâncias)”, explica o neurologista Pablo Coutinho, coordenador do ambulatório de Cefaleia do Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba (HULW-UFPB/Ebserh). omo a dor de cabeça é um desconforto que quase todo mundo já passou ou passará, quando é o momento de procurar ajuda? O especialista alerta que, quando as dores não passam ou são muito frequentes, é a hora de investigar as causas para chegar ao diagnóstico e determinar o melhor tratamento.

A cefaleia pode ocorrer, ainda, combinada com outros sintomas, como quedas e tremores nas pálpebras; dor intensa com o movimento; sensibilidade a cheiros, sons e luz; tontura; irritabilidade; sensação de latência; e náuseas e vômitos.

A doença não tem cura, mas pode e deve ser controlada. Para isso, a recomendação é a mudança de hábitos para anular os fatores que a desencadeiam como a redução do consumo de alimentos ricos em sal e gordura, cuidado com a qualidade do sono, controle do estresse, uso de óculos com grau correto, prática de atividades físicas, entre outras.

Os especialistas alertam que quadros de cefaleia podem ser agravados com a automedicação e o uso excessivo de analgésicos. “Esses são os principais fatores que levam uma dor eventual a ficar frequente, além de prejudicar outros órgãos como estômago, fígado e rins. Infelizmente, menos de 5% das pessoas que sofrem com enxaqueca procuram ajuda médica e a grande maioria fica sem diagnóstico e sem tratamento adequado”, ressalta Pablo Coutinho, do HULW-UFPB. 

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