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Home»Destaques»Cachaça Boa do Brejo ganha Medalha de Prata em concurso na China
Destaques

Cachaça Boa do Brejo ganha Medalha de Prata em concurso na China

24 de setembro de 2024Atualizado:24 de setembro de 20243 minutos de leitura
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Produzida no Engenho São Pedro, em Areia, é resultado da modernização

 A cachaça Boa do Brejo Bálsamo conquistou a Medalha de Prata no Concours Mondial de Bruxelles 2024, sendo a única representante da Paraíba premiada nessa competição internacional. O concurso, considerado uma das três maiores competições de bebidas alcoólicas do mundo, é amplamente reconhecido como as “Olimpíadas das Bebidas Destiladas”. Em sua edição mais recente, realizada em Renhuai, na China, o evento reuniu um recorde de 2.811 amostras de destilados em 59 países, incluindo 990 amostras da China.

A marca de cachaças Boa do Brejo, que já havia conquistado Medalha de Ouro em 2021 na categoria cristal, no mesmo concurso, voltou a brilhar em 2023, quando o evento foi sediado em Treviso, na Itália, levando Medalha de Ouro nas categorias Umburana, Carvalho – edição especial limitada – e Jequitibá Rosa, além de prata novamente na categoria Cristal.

O ano de 2023 também foi marcante para a marca em competições nacionais. No Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, as cachaças Cristal, Bálsamo e Jequitibá Rosa garantiram medalhas de prata. Em 2022, a Castanheiro foi premiada com prata no mesmo concurso, enquanto a Bálsamo recebeu o Mérito Sensorial na ExpoCachaça, em Belo Horizonte.

A Boa do Brejo se destaca por suas características físico-químicas e microbiológicas, consideradas incomparáveis no mercado brasileiro. A cachaça Cristal, por exemplo, é livre de metais pesados como cobre e chumbo, além de compostos cancerígenos como o carbamato de etila, de acordo com testes realizados pelo Laboratório Biomade, conveniado com o Ministério da Agricultura. A cachaça apresenta uma acidez volátil de apenas 20 mg/100 ml, muito abaixo do limite permitido de 150 mg/100 ml.

Cícero Ricardo, empresário e idealizador da Boa do Brejo, ressalta que a qualidade da cachaça começa na escolha criteriosa da matéria-prima e se mantém em todas as etapas do processo produtivo, incluindo destilação e envelhecimento. “A Boa do Brejo já caiu no gosto popular”, afirma Ricardo.A cachaça também foi imortalizada no livro 200 Anos – 200 Cachaças, lançado pelo Ministério da Agricultura em comemoração ao bicentenário da independência do Brasil. A obra bilíngue (português e inglês) conta a história da cachaça e lista 200 dos mais importantes rótulos do país, com download gratuito disponível no site do Mapa.

Após a vitória no Concours Mondial de Bruxelles, uma edição especial e limitada foi criada com o lote campeão da categoria Cristal. Esse lote foi armazenado em barris de carvalho europeu e americano por três anos e dois meses. O resultado foi uma cachaça de sabor frutado, amadeirado e macio, com aromas de baunilha, frutas secas e mel. Foram produzidas apenas 3 mil garrafas numeradas dessa edição especial.

Produzida no Engenho São Pedro, na zona rural de Areia (PB), a cachaça Boa do Brejo é resultado da modernização do engenho por Cícero Ricardo, advogado que adquiriu a propriedade em 2017. O engenho foi reformado, a área de plantio definida, e a produção foi reiniciada na safra de 2019/2020, com 60 mil litros anuais de cachaça de alta qualidade, utilizando apenas o “coração” da cana-de-açúcar.Além disso, a marca lançou a Reserva Cícero Antas Cordeiro, em homenagem ao pai do empresário. Cícero Antas Cordeiro foi um apreciador de cachaças e médico dedicado, que serviu a população carente até seu falecimento em 2004.O Engenho São Pedro, localizado na tríplice fronteira entre Areia, Pilões e Alagoinha (PB), está aberto à visitação, respeitando o meio ambiente e normas de segurança.

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