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Home»Cultura»Audiovisual paraibano reivindica políticas públicas para o setor
Cultura

Audiovisual paraibano reivindica políticas públicas para o setor

1 de setembro de 20232 minutos de leitura
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Cineastas esperam ações do Estado e da Prefeitura  

Depois do avanço na criação da Agência de Cinema de João Pessoa, anunciada pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, ano passado, durante o FesticineJP ,  os produtores de áudio visual paraibano cobram a criação efetiva da agência, que ainda não saiu do papel. “Vamos morrer na praia depois de tantos esforços para a concretização desse sonho?” questiona o documento assinado pelo Fórum do Audiovisual Paraibano e enviado à imprensa. “Enquanto o Brasil caminha para a volta ao estímulo na cadeia produtiva, o governo do Estado da Paraíba empacou há dez anos sem manter o mínimo de avanço conquistado pela classe, e o poder público municipal estagnou há três anos com o edital Walfredo Rodriguez”.

A Paraíba demonstrou ao Brasil a sua capacidade de produção criativa no cinema quando há incentivos. A intitulada Primavera do Cinema paraibano, durante o Fest Aruanda de 2018, apresentou seis longas-metragens no evento dentro da Mostra Sob o céu nordestino, nome do primeiro longa paraibano, com direção do pioneiro Walfredo Rodriguez, que dá nome ao edital da Funjope – Fundação Cultural de João Pessoa. Dessa lavra saiu ‘O seu amor de volta” (mesmo que ele não queira), de Bertrand Lira, e que teve o melhor desempenho de bilheteria no Cine Banguê do Espaço Cultural nos meses de maio, junho e julho, com média de 40 pessoas por sessão. O filme desbancou outros de excelente qualidade, como ‘Sem ursos’, do iraniano JafarPanahi, premiado em vários festivais mundiais. Outro exemplo é o filme potiguar com a participação paraibana no elenco e na produção, ‘O alecrim e o sonho’, de Valério Fonseca,  que está entre os indicados a representar o Brasil no Oscar.

O Fórum do Audiovisual Paraibano questiona: “Quando o projeto da Agência seguirá para a Câmara Municipal? Quando o setor audiovisual terá investimentos e políticas públicas enquanto indústria criativa? Vamos continuar como plateia de produções de outros lugares sem buscar fomentar a nossa própria produção? (Assessoria com Redação) (Foto: Bertrand Lira)

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