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Home»Destaques»Greenpeace diz que política anti-ambiental do governo deve ser interrompida
Destaques

Greenpeace diz que política anti-ambiental do governo deve ser interrompida

4 de junho de 20212 minutos de leitura
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Ministro é investigado por operação de contrabando de madeira

O dia 5 de junho foi instituído como Dia do Meio Ambiente desde 1972, na Assembleia Geral das Nações Unidas. A criação da data marcou a abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, também chamada de Conferência de Estocolmo, que reuniu 113 países e 250 organizações não governamentais.

Desde então vem sendo uma data importante para as discussões e análises de como estamos tratando o planeta. Neste sábado, 5 de junho, várias manifestações estão sendo programadas no Brasil.

Com inúmeros problemas ambientais o país passa por um momento delicado em relação ao assunto. Chama-se Ricardo Salles, o ministro do Meio Ambiente. Ele é apontado pelos ambientalistas como um empecilho a política de preservação, e, mais que isso, acusado de promover uma flexibilização nas regras ambientais que coloca a política em risco.

Uma das Organizações Não Governamentais mais respeitadas do mundo, o Greenpeace, emitiu uma nota em seu site. “A política anti-ambiental do governo Bolsonaro, que tem resultado no aumento expressivo do desmatamento da Amazônia, da violência no campo e da ameaça aos povos indígenas deve ser interrompida imediatamente. Sua política nefasta gera prejuízos incalculáveis à população, às florestas, à economia brasileira e ao clima global. O Brasil merece mais”

O Ministério do Meio Ambiente, na gestão de Ricardo Salles, editou cerca de  317 atos oficiais que, segundo a opinião dos ambientalistas,  colocam o meio ambiente em risco. A conclusão é resultado de um levantamento feito pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), que analisou as medidas adotadas pela pasta desde que assumiu o ministério.  

Além disso tramitam no Congresso dois Projetos de Lei (PL), o PL 191/2020 e o PL 490/2007, que tratam da abertura de terras indígenas para o garimpo e outras atividades e da revisão desses territórios. Os temas são considerados parte de um plano para desestruturar o meio ambiente promovido pelo ministro com o apoio do presidente Bolsonaro. O ministro do Meio Ambiente é investigado pela Polícia Federal por facilitação de contrabando de madeira juntamente com dez funcionários do Ibama e do Ministério.

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